larga o osso sarney

A caminho da solidão

Desde que deixou a Presidência do Senado, José Sarney perdeu influência e cargos no governo. Sem o poder de outrora, o senador admite não concorrer à reeleição.

Do fundo do plenário, local jocosamente apelidado de zona cinzenta, o senador José Sarney (PMDB-AP) acompanhou escondido por uma pilastra o entusiasmo do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ao anunciar a promulgação da PEC das Domésticas, no início da noite da quarta-feira (3). Para não deixar transparecer sua inequívoca condição de coadjuvante, Sarney deixou a passos lentos a cerimônia, durante a última estrofe do Hino Nacional. Acompanhado por dois assessores, esperou pelo elevador privativo sem receber nenhum tapinha nas costas ou cumprimento dos antigos bajuladores.

Mas não seria este o primeiro sinal da solidão de Sarney, depois de deixar o comando do Congresso. No fim de fevereiro, quando chegava ao plenário para marcar presença já como senador comum, ele foi abordado por um antigo funcionário. O servidor notou o isolamento e o ex-presidente logo emendou. ‘Veja como é o poder. Junto vem a velhice’, desabafou com voz trôpega e ar cansado. Sem poderes formais no Senado, Sarney demonstra ter pouca disposição para o exercício legislativo. O parlamentar, que já não relatava uma matéria desde 2002, chega sempre por último nas reuniões partidárias, quando o encontro já está no fim. Sarney anunciou até uma licença de 120 dias para terminar o livro ‘Testamento para Roseana’. A data ainda não está definida. Seu primeiro-suplente, Salomão Alcolumbre, está de sobreaviso, mas ainda quer ver para crer que conseguirá ocupar a cadeira de Sarney nesta legislatura.

Rei posto no Congresso, rei posto também na Esplanada dos Ministérios. Desde o fim do ano passado, Sarney tem perdido posições estratégicas no governo Dilma. Na Anatel, ele dominava duas das 12 cadeiras do conselho consultivo. Perdeu ambas, com o fim do mandato de Fernando César Mesquita em fevereiro e a substituição de Virgínia Malheiros. Na Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Sarney também viu seu poder minguar, com a saída de Fernando Fialho da diretoria-geral do órgão. Na Agência Nacional do Petróleo (ANP), Alan Kardec, indicado por ele, não foi reconduzido. Na Valec, o senador maranhense perdeu a presidência da autarquia ‘ com a saída de José Francisco das Neves ‘ e a diretoria de engenharia do órgão, que era comandada por Ulisses Assad, seu aliado.

Sentindo-se desprestigiado, antes do feriado da Páscoa, Sarney sacou o telefone e ligou para a presidenta Dilma Rousseff. Aliados contam que ele demonstrava preocupação com a situa­ção do Ministério do Turismo, pasta comandada por seu aliado e também maranhense Gastão Vieira. Mas não foi a permanência de Vieira que levou o ex-presidente da República a recorrer a Dilma. Há tempos, Sarney tenta reaver o comando do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). Seu inimigo político, o comunista Flávio Dino, preside o órgão e cresce como um dos principais nomes na corrida pelo governo do Maranhão em 2014. No que depender da presidenta, no entanto, Sarney ficará a ver navios. A Embratur deve mesmo permanecer sob o controle do PCdoB. Para piorar, Dilma estuda a substituição de Washington Viegas, indicado de Sarney na Companhia Docas do Maranhão (Codomar).

Para tentar recuperar parte do fôlego político, Sarney articula para que sua família ganhe duas cadeiras no Senado no próximo ano. A estratégia começa no Amapá e termina no Maranhão, seus redutos eleitorais. Ele convenceu sua filha, a governadora Roseana Sarney (PMDB-MA), a disputar uma cadeira de senadora em 2014. No Amapá, pode lançar o filho Fernando Sarney. Questionado sobre seus projetos pessoais, a partir do próximo ano, Sarney tem dito que pensa em se dedicar somente aos livros. Amigos próximos adotam a cautela. ‘Ele também costuma dizer que há duas maneiras de sair da política. Ou o cara morre ou é afastado’, conta o deputado Francisco Escórcio (PMDB-MA), com quem o senador convive há 30 anos. O fato é que Sarney hesita em disputar a reeleição. Está convencido de que seu desempenho eleitoral já não é mais o mesmo. Com menos cargos no governo federal, sua influência e capacidade de articulação dimi­nuíram. A caneta que sempre liberou polpudas verbas para apadrinhados políticos País afora também já carece das tintas carregadas de outrora.

(Publicado pela revista ISTOÉ Independente)

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impunidade

A aceitação da impunidade dos atos de corrupção é um aditivo histórico, marcante e decisivo para reprodução contínua de novas práticas ímprobas. Num ciclo vicioso, a impunidade estimula a corrupção, banalizando-a no meio social através de um processo contínuo de desencantamento e conformação. As relações íntimas, os interesses comuns e as “razões de Estado” continuam sendo, ainda hoje, circunstâncias determinantes para o aceite da transgressão do ordenamento, convertendo-se em estímulo à reprodução desenfreada e crescente dos mais variados delitos.

A impunidade é característica marcante da estrutura do Estado patrimonial, sendo consequência lógica de sua dinâmica funcional. Com a aplicação de critérios subjetivos para consecução das metas do Governo, sempre pautada por relações íntimas de amizade, parentesco e retribuições pessoais, a norma – instável e flexível – é marcada pelo casuísmo e pela arbitrariedade.

Com a valorização suprema do patrimônio, dos bens e das riquezas, uma ética perversa passou a ser consentida e cultuada, privilegiando-se a esperteza, a hipocrisia, a bajulação, a manipulação, o tráfico de influência, a fraude e a corrupção, tudo isso em prejuízo do proceder correto, eficiente, honesto e meritório. O Estado se transformou em propriedade particular ou, quando conveniente, em terra de ninguém.

No Brasil, a escolha patrimonial não permitiu que uma ética voltada ao interesse público e coletivo germinasse na nova terra. Eis o lema vigente: “Cada um por si, e o Estado por todos”. Sem forças para reagir à degradação moral, a corrupção contaminou a sociedade e várias gerações, tornando-se consequência natural da cultura patrimonial e da impunidade prevalecente.

Lembrando Eduardo Galeano, a história real é marcada pela desigualdade perante a lei. Os exterminadores de índios, os traficantes de escravos, os ladrões de terras, os corruptos saqueadores dos cofres públicos, todos permanecem impunes, presente uma justiça parcial destinada somente à exclusão de pobres e miseráveis. Uma amnésia obrigatória envolve os grandes crimes e atos de corrupção. As leis da impunidade, baseadas no engodo, na fraude e no medo, por razões de Estado, em nome da estabilidade democrática e da reconciliação nacional, ignoram convenientemente a macrocriminalidade.

A impunidade é nefasta não apenas por comprovar a ineficiência do sistema judicial brasileiro; ela é uma causa determinante para o estímulo de novas práticas corruptas. Como efeito colateral nocivo à democracia, a impunidade gera o desencantamento e a conformação popular, a desilusão que fere a alma e a esperança de ver uma justiça indistintamente aplicável e acessível a todos: pobres ou ricos, negros ou brancos, servidores ou superiores, empregados ou empresários etc. Boa parcela da opinião pública não acredita em mais nada, generalizando a corrupção a tudo e a todos, com um efeito negativo devastador ao combate à corrupção. Afinal, quando todos são criminosos, os verdadeiros corruptos (e corruptores) não podem ser identificados, processados e efetivamente punidos.

Torna-se imperioso, portanto, modelar uma nova estrutura de combate à corrupção e ao crime organizado, fortalecendo a atuação integrada e conjunta de toda sociedade. Afinal, o que todos nós temos a ver com a corrupção?

(*) Affonso Ghizzo Neto é Promotor de Justiça em Joinville e Idealizador do Projeto “O que você tem a ver com a corrupção?”.

apoio

A propósito da eleição na PGR, Roberto Gurgel também não manifestou apoio a nenhum dos candidatos que querem sucede-lo no comando do Ministério Público.

Depois do mensalão, das brigas com Fernando Collor e da denúncia contra Renan Calheiros, Gurgel tem sido franco:

– Ninguém pediu meu apoio e, na atual situação, meu apoio só prejudicaria um candidato.

Por Lauro Jardim
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/

se nao ha justica para o povo que nao haja paz para o governo

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O senador João Aberto Souza (PMDB-MA) foi eleito nesta quarta-feira presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado. É a quarta vez que ele ocupa o cargo. O senador Jayme Campos (DEM-MT) foi eleito vice-presidente.

Os dois foram escolhidos por aclamação entre os membros da comissão. Os dois estiveram no conselho em outras oportunidades. Souza é aliado de Renan Calheiros (PMDB-AL), e a sua escolha tem por objetivo blindar o presidente da Casa em eventual processo.

O colegiado não tinha presidente desde o processo contra o ex-senador Demóstenes Torres. Na época, o senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) assumiu a vaga temporariamente, mas, depois disso, a presidência ficou vaga.

O Conselho de Ética é responsável por investigar e processar senadores acusados de quebra de decoro parlamentar. O resultado das investigações pode ir desde o arquivamento até o pedido de cassação do mandato, como ocorreu com Demóstenes. É o presidente do conselho que decide se aceita ou não uma denúncia ou representação.

Estes políticos nos consideram verdadeiras ANTAS!

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/politica/noticia/2013/04/aliado-de-renan-calheiros-e-eleito-presidente-do-conselho-de-etica-do-senado-4094673.html

Confira o discurso de Chaplin no clássico “O Grande Ditador” com a moderna tecnologia do “Autotune” que se transformou em uma canção. Um clipe absolutamente incrível e aliás, também um filme fantástico. Vale a pena.

teatro1

Em 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assinou a lei Áurea que aboliu a escravidão no Brasil. “Áurea” quer dizer “de ouro” e a expressão refere-se ao caráter glorioso da lei que pôs fim a essa forma desumana de exploração do trabalho.
Ontém, dia 02/04/2013, o então presidente do Senado, Renan Calheiros em pronunciamento transmitido em rede nacional de rádio e televisão, comparou a Emenda Constitucional dos trabalhadores domésticos (PEC) com a lei Áurea.

Será que estamos novamente diante da política do pão e do circo? E as consequências? A bebedeira é boa e a ressaca?

Posso estar incomodada com a analogia descabida do senador, pois não sei na residência dele como os domésticos são tratados, mas ao que parece o senador quer mesmo é “aparecer” ou “parecer ser”.

O fato é que jogaram sementes da discórdia e a lona já está montada, dentro das residências! Mas o que mais me traz preocupação é a geração da informalidade. Quem vai arcar com o custo da informalidade quando esse trabalhador doméstico precisar da saúde, da licença, da aposentadoria?

Parabéns! Ganham votos a custas da ingenuidade! O dia da prestação das contas chega, alias essa é a única certeza da vida!

http://www.revistaemprego.com.br/materia/o-teatro-de-renan-calheiros

QUE CONTINUEMOS A NOS OMITIR DA POLITICA E TUDO QUE OS MALFEITORES DA VIDA PUBLICA QUEREM

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Alvo de denúncias, Renan voltou à presidência do Senado prometendo “overdose de transparência”

Em seu primeiro discurso após voltar à presidência do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) se comprometeu a inovar em relação à sua gestão anterior: dar publicidade total aos atos da Casa e criar uma Secretaria de Transparência. Essa palavra não tem combinado com Senado. A começar pelo mistério que se faz em torno do registro da frequência dos senadores da República. Diferentemente do que ocorre há anos na Câmara, o Senado ainda não permite ao eleitor pesquisar, em sua página na internet, o índice de comparecimento de seus representantes na Casa. Para chegar a esses dados, é preciso checar pelo menos dois tipos de documentos publicados no portal do Senado e cruzar suas informações para identificar o número de faltas que um parlamentar teve ao longo do ano. Foi assim que a Revista Congresso em Foco obteve a lista dos senadores mais faltosos e mais assíduos nas sessões deliberativas de 2012. Um caminho tortuoso, mas confirmado pela Secretaria-Geral da Mesa.

No entanto, ao serem procurados pela reportagem, alguns senadores contestaram o número de faltas apresentado pelo levantamento. Para embasar a contestação, utilizaram um documento guardado a sete chaves pelo Senado. É um quadro de comparecimento produzido pela própria Secretaria-Geral e distribuído apenas aos senadores e chefes de gabinete.

Ninguém, à exceção do próprio parlamentar, tem autorização para divulgar esses dados. Por esse documento, os senadores têm sempre menos faltas do que os registros divulgados.

Segundo a secretária-geral da Mesa, Cláudia Lyra, o quadro de comparecimento é apenas uma ferramenta de trabalho da Casa e não uma informação pública. A secretária reconheceu a existência de incongruências entre aquilo que o Senado divulga, ainda que de maneira pouco clara, e as informações que repassa aos gabinetes. Ela disse que trabalhará para divulgar a assiduidade dos senadores de forma mais prática e acessível.

Lei de Acesso

Segundo a Lei de Acesso à Informação, aprovada pelo Congresso em 2011, um dado só pode ser considerado público se estiver facilmente acessível. Deverá ser possível consultá-lo de maneira objetiva, transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão.

Para o cientista político David Fleischer, a forma como o Senado publica a assiduidade dos senadores não ajuda o cidadão.

– “Não se divulga esse tipo de informação porque em raros momentos a opinião pública é levada em conta. Nos outros, é melhor não revelar mesmo, porque quando o eleitorado se enche do mal feito, ele reage”, explica.

O Congresso em Foco entrou em contato com assessoria de imprensa do Senado para saber por que essas informações não são publicadas de forma consolidada. Sequer houve resposta.

correio de notícias

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Petições com 350 mil assinaturas chegariam a comissão.

Garantir maior participação dos cidadãos nas atividades do Senado Federal, seja na fiscalização e controle dos atos do Poder Público, seja na atividade legislativa. É o que propõe o senador Pedro Taques (PDT-MT), por meio do Projeto de Resolução do Senado 19/2013.

A ideia da proposição, que altera o Regimento Interno do Senado Federal, é criar um sistema online, um login cidadão, para que as pessoas possam apresentar propostas legislativas e de fiscalização. “Nós vivemos numa democracia dialógica, participativa, e o cidadão tem o direito de participar das mudanças, das decisões importantes para a sociedade. O projeto compromete o Senado Federal com a efetividade da ampliação da participação popular no processo legislativo.”, defende Pedro Taques.

O primeiro dispositivo a ser alterado, conforme a proposta, é o art. 102-B do Regimento Interno da Casa, que prevê a legitimidade para propositura da proposta de fiscalização e controle a ser exercida pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA). No modelo atual, somente os senadores têm legitimidade para requerer a instalação desse procedimento.

Pelo projeto de Pedro Taques, a CMA poderá apreciar propostas apresentadas na forma de petição pública física ou eletrônica e assinadas por 0,25% do eleitorado – ou seja, por volta de 350 mil eleitores. O senador lamenta que, nos últimos 10 anos, somente 19 propostas de fiscalização e controle foram apresentadas. Nos últimos três anos, nenhuma foi apresentada.

A mesma alteração, o parlamentar propõe ao art. 102-E do Regimento Interno que prevê que apenas determinadas entidades organizadas possam oferecer sugestão legislativa perante a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Pedro Taques sugere ainda o acréscimo do art. 272-A ao Regimento para que seja facilitada a participação do cidadão na discussão das matérias em tramitação na Casa. Poderão, por exemplo, ser criados fóruns de discussão, em que se permitirá a discussão pública de proposições em tramitação.

O senador observa que, atualmente o portal do Senado possibilita que sejam enviadas sugestões por e-mail aos parlamentares. No entanto, avalia que o atual mecanismo é insuficiente para oferecer um amplo debate.

Para reforçar sua proposta, o senador de Mato Grosso cita a iniciativa do Governo Barack Obama dos EUA em lançar o site “We the People”. Mediante um simples cadastro, possibilita-se que as pessoas interessadas assinem petições públicas, apresentando demandas e sugestões a serem examinadas pelo governo federal. Lembra também que, na Alemanha, admite-se desde 2005 a propositura de petições eletrônicas individuais ou coletivas perante a Comissão de Petições do Parlamento Alemão (Bundestag) para a sugestão de medidas a serem tomadas pelo poder público.

“Trata-se de encontrar novos rumos da democracia representativa, tendo em vista a necessária aproximação entre representante e representado. Isso pressupõe a possibilidade de uma efetiva troca de argumentos dos cidadãos entre si e entre seus representantes para que sejam construídas opções políticas melhores, mais transparentes e mais legítimas”, finaliza Pedro Taques.

midianews

Após campanha realizada pela página do Facebook Impeachment do Renan Calheiros pedindo para os internautas enviarem fotos em protesto contra Renan Calheiros, reunimos aqui algumas dessas fotos para ficar registrado a indignação do povo brasileiro mediante o absurdo da eleição de Renan Calheiros para a Presidência do Senado. RENAN, VOCÊ NÃO REPRESENTA O POVO BRASILEIRO. NENHUM FICHA ENCARDIDA, REPRESENTA O POVO BRASILEIRO. CAI FORA RENAN CALHEIROS!

Se você quiser, envie uma foto protesto contra o Renan Calheiros para o e-mail: renannaomerepresenta@gmail.com

Clique no álbum e veja as fotos:

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Bonecos representam deputados, senadores, governador e ex-governador.
Manifestantes pretendem queimar estrutura às 12h desta segunda-feira (1º).

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Estrutura de madeira montada em frente ao Congresso com bonecos que representam políticos (Foto: Isabella Formiga/G1

Duas pessoas ligadas ao Movimento Brasil Contra a Corrupção (MBCC), de Brasília, montaram uma estrutura em frente ao Congresso Nacional na manhã desta segunda-feira (1º) com 12 bonecos representando políticos. Segundo a dupla, o protesto é um ato contra a corrupção.

Os bonecos de pano representam os seguintes políticos: o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN); os deputados Paulo Maluf (PP-SP), Eduardo Azeredo (PSDB-MG), José Genoino,(PT-SP); o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL); o senador Jader Barbalho (PMDB-PA), o senador José Sarney (PMDB- AP); o ex-senador Demóstenes Torres (em partido); os ex-ministros José Dirceu e Antonio Palocci; o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (sem partido); e o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB).

Os organizadores do protesto batizaram a manifestação de “Santa Ceia do Crime” e disseram que o objetivo é combater os “apóstolos do mal”. A estrutura deve ser queimada às 12h

G1

medo

O presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB), resolveu se blindar. O peemedebista não vai esperar o alvo Marco Feliciano (PSC) se esgotar, antes já tratou de adquirir um carro blindado para transitar em Brasília. De acordo com Felipe Patury, colunista da revista Época, revelou que por meio de um pregão eletrônico, Calheiros vai alugar três Azera zero quilômetro, um deles à prova de balas.

Venceu a gaúcha Rural Rental Service, que receberá R$ 229 mil pelo serviço. O contrato prevê a substituição dos automóveis a cada dois anos. Isso sugere que ele será prorrogado. Em 2011, o Senado trocou os veículos de todos os parlamentares. Procurada, a Casa informou que o aluguel do veículo blindado e de outros dois sem a mesma proteção “visa complementar a frota para atender o representante máximo do Poder Legislativo”

BNEWS

alvo

Todo ano a família escolhe um ‘homenageado’ para malhar Judas. Tradição vem dos anos 40, e reúne parentes do Amazonas e de Roraima

“Qualquer semelhança com pessoa viva ou morta é mera coincidência”, diz o patriarca da família Ildemar Coutinho. Todo ano a tradição é renovada, e os membros mais antigos da família escolhem um “homenageado”, que geralmente é um político e amarram o boneco num poste em Boa Vista (RR). Esse ano o escolhido foi o senador Renan Calheiros (PMDB-AL). O boneco é chamado de Ranan.

Segundo Coutinho, o motivo foi a forma como o político voltou à presidência do senado no início de 2013, cinco anos após ter renunciado ao cargo por suspeitas de irregularidades. “O povo brasileiro ficou indignado”.

Para ele, a malhação de Judas também é um momento de chamar atenção para problemáticas sociais. “O boneco que mais fez sucesso foi o ‘Judas Gafanhoto’, na época do escandalo dos Gafanhotos, como ficou conhecido o esquema de fraude de folha de pagamento em Roraima.

Para Isonete Coutinho, tudo não passa de uma brincadeira para reunir a família. “Mais tarde, vamos entregar Judas para as crianças o malharem”, explica.

A tradição dos Coutinho vem desde os anos 40, quando ainda residiam em Manaus/AM. E vem de lá o boneco que foi confeccionado por um artista plástico amazonense. “Ainda comprei um paletó novinho pro Ranan”, brincou Ildemar.

Jornal Extra Alagoas

bruxo1

O mundialmente famoso bruxo Chik Jeitoso de Curitiba, levantou polêmica mais uma vez. No sábado que antecede a páscoa, o bruxo resolveu “malhar” os que ele considera judas da política brasileira. Um boneco do presidente do senado Renan Calheiros (PMDB-AL) e outro do deputado Marcos Feliciano (PSC-SP) foi montado pelo macumbeiro e após o ritual sagrado, foram queimados.

Chik Jeitoso aproveitou também para fazer o mesmo com Wilson Picler (PDT-PR) e Ricardo Mac Donald, um dos grandões na Prefeitura de Curitiba.

Diário do Estado

Deixe um recado de apoio a Pedro Taques:
https://www.facebook.com/pedrotaques

TAQUES NA LINHA DE FRENTE DA OFENSIVA ANTI-RENAN

Lá vem bomba!

A ofensiva dos senadores anti-Renan Calheiros deverá ganhar forma e conteúdo a partir da semana que vem: o grupo vai se reunir na quarta-feira, na casa de Cristovam Buarque, para finalizar um documento redigido por Pedro Taques.

O texto exigirá que o presidente do Senado remeta à Procuradoria-geral da República qualquer denúncia contra parlamentares que chegue à Casa, a exemplo do que ocorreu com os supostos contra-cheques do chamado mensalinho amapaense, do qual Renadolfe Rodrigues foi acusado de participar.

Concluído o documento, os adversários de Renan vão começar a colher assinaturas e tentar protocolá-lo no Senado. Mas essa é só uma parte da estratégia.

Em seguida, o grupo vai apresentar uma notícia-crime contra Renan baseada na reportagem de O Estado de S.Paulo, mostrando que os Calheiros investiram 300 000 reais numa empresa que funcionou por apenas um ano.

O Senador Pedro Taques, após campanha iniciada pela página do facebook https://www.facebook.com/EuQueroORenanFora , está recebendo em sua página do facebook https://www.facebook.com/pedrotaques centenas de mensagens de apoio da população em sua ofensiva para tirar Renan Calheiros da Presidência do Senado. Estamos com você Senador Pedro Taques, não decepcione o povo brasileiro que lhe presta TOTAL apoio neste processo de botar o Renan Calheiros em seu devido lugar: O olho da Rua. Renan não representa o povo brasileiro!

Abaixo segue alguns prints de mensagens de apoio que o senador Pedro Taques está recebendo em sua página do Facebook:

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DEIXE UMA MENSAGEM DE INDIGNAÇÃO NA PÁGINA DO SENADOR LINDBERG FARIAS
https://www.facebook.com/lindbergnarede

O senador Lindbergh Farias (PT – RJ) foi um dos que ajudou Renan Calheiros a ser presidente do Senado mesmo com o Brasil inteiro clamando “Fora Renan!”. Lindbergh votou nele, pediu votos para Renan, ria das suas piadas, dava tapinhas no ombro, enfim bajulava-o de todas as formas.

Aliás, como mudou esse rapaz. Ele que foi líder dos “caras pintadas” pedindo o impeachment de Collor, hoje diverte o PRÓPRIO com suas piadas levando-o às gargalhadas e também o bajulando. Como mudou Lindbergh!

Vamos lá, faça sua parte, questione o Senador Lindberg do porque do apoio ao ficha imunda Renan Calheiros.

Como já era esperado, o Senador ocultou da sua página os comentários, mas antes dele fazer isso nós printamos várias páginas com os comentários deixados pelos cidadãos indignados pelo fato dele ter ajudado a colocar o ficha SUJA do Renan Calheiros na presidência do Senado.

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Uma manifestação contra o presidente do Senado, Renan Calheiros, interditou parte da Avenida Paulista, na altura do Masp, em São Paulo.

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http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/sp-manifestacao-contra-renan-calheiros-interdita-parte-da-paulista,5b3581cbba89d310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

Parabéns Curitibanos, pelo ato de cidadania. FORA RENAN!

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Exemplo de cidadania dado por verdadeiros cidadãos da cidade de Mossoró. Parabéns! O Motivo da nossa Resistência é a nossa INDIGNAÇÃO! FORA RENAN, FORA FICHAS SUJAS, FORA CORRUPTOS!

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rapidez no processo (1)

Um grupo de senadores considerados adversários do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), vai pedir ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, para acelerar o julgamento de denúncia contra o peemedebista. Os senadores estão irritados com o que chamam de “ofensiva” de Renan contra o grupo.

A gota d”água foi o envio, pelo presidente do Senado, de petição contra os senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e João Capiberipe (PSB-AP) à Procuradoria-Geral da República na semana passada. 

Os dois foram contrários a eleição do peemedebista para o comando da Casa. Randolfe também é considerado “líder” da chamada bancada “ética” do Senado “Está em curso uma ofensiva contra senadores que são opositores declarados do senador. Vamos procurar o ministro Barbosa para termos uma reposta do Supremo”, disse Randolfe.

O grupo também vai cobrar postura semelhante de Renan em denúncias que envolvam outros senadores, incluindo seus aliados: que todas sejam encaminhadas à procuradoria.

Em fevereiro, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, denunciou Renan pelos crimes de peculato, falsidade ideológica e utilização de documentos falsos.

Por meio de sua assessoria, Renan negou que tenha dado início a uma ofensiva contra o grupo de senadores. O presidente do Senado também disse ser favorável ao julgamento “rápido” das ações que tramitam no STF. “O maior interessado no esclarecimento disso tudo sou eu”, afirmou via assessoria. (Folhapress)

Fora Renan Joinville/SC from Jonathan on Vimeo.

bomba

Lá vem bomba

A ofensiva dos senadores anti-Renan Calheiros deverá ganhar forma e conteúdo a partir da semana que vem: o grupo vai se reunir na quarta-feira, na casa de Cristovam Buarque, para finalizar um documento redigido por Pedro Taques.

O texto exigirá que o presidente do Senado remeta à Procuradoria-geral da República qualquer denúncia contra parlamentares que chegue à Casa, a exemplo do que ocorreu com os supostos contra-cheques do chamado mensalinho amapaense, do qual Renadolfe Rodrigues foi acusado de participar.

Concluído o documento, os adversários de Renan vão começar a colher assinaturas e tentar protocolá-lo no Senado. Mas essa é só uma parte da estratégia.

Em seguida, o grupo vai apresentar uma notícia-crime contra Renan baseada na reportagem de O Estado de S.Paulo, mostrando que os Calheiros investiram 300 000 reais numa empresa que funcionou por apenas um ano.

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/congresso/agora-e-a-sua-vez/

COLORIDO2

Durante 10 anos, Fernando Collor de Mello não pode se candidatar a cargos políticos no Brasil. Entretanto, apesar do impeachment sofrido, da corrupção comprovada e do envolvimento no caso da morte de P.C. Farias, Collor foi candidato ao governo de Alagoas em 2002. Naquela ocasião, o político foi derrotado. Todavia, nas eleições de 2006, foi eleito senador pelo mesmo estado. O que é ainda pior, pois uma vez eleito senador, Fernando Collor de Mello garantiu o direito de circular livremente pelo Senado e pelo Congresso até o final de sua vida. Como resultado, ajudou com seu voto a eleger o também corrupto e ficha Suja RENAN CALHEIROS à Presidência do Senado em 01/02/2013.

Pois bem, vejam agora as mensagens deixadas pelos cidadãos indignados com o apoio dado a Renan Calheiros e que foram direcionadas ao Senador Fernando Collor na página de seu partido PTB no Facebook:

https://www.facebook.com/pages/PTB-Partido-Trabalhista-Brasileiro/191941017501355

Fizemos alguns prints das muitas mensagens lá deixadas, caso venham a ser apagadas:

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O SENADOR BLAIRO MAGGI AJUDOU A ELEGER O FICHA SUJA RENAN CALHEIROS. DEIXE UMA MENSAGEM DE INDIGNAÇÃO NA PÁGINA DESTE SENADOR NO FACEBOOK:
https://www.facebook.com/BlairoMaggi.br

Blairo Maggi, pra quem não conhece recebeu do Greenpeace o prêmio “Motosserra de Ouro”, por ter desmatado grandes áreas para a produção de soja no estado do Mato Grosso.

A articulação do senador Renan Calheiros para garantir o voto de Blairo Maggi e da bancada destruidora do meio ambiente, prometeu ao Senador por MT o controle da Comissão de Meio Ambiente, seguindo o roteiro de um loteamento de cargos que está sendo promovido.

Este Senador e seus comparsas são apoiadores do Renan:
http://www.eficiencianews.com.br/index/noticias/cat-/id-8300/blairo_nega_voto_a_taques_e_garante_apoio_a__raposa__renan

E aí, vai ficar só reclamando da situação política que vive nosso país ou vai fazer sua parte mandando uma mensagem de indignação ao senador Blairo Maggi em sua página do Facebook?
https://www.facebook.com/BlairoMaggi.br

Abaixo você vê algumas mensagens que foram deixadas na página de Blairo Maggi e que printamos. E antes que ele as apague, ficarão registradas aqui no Blog para que TODOS tenham conhecimento.

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O Senador Gim Argello (PTB-DF) para quem não sabe, ajudou a eleger seu comparsa Renan Calheiros. Quem não se lembra da ocasião onde Renan Calheiros e sua esposa foram rejeitados pelos hóspedes do luxuoso Spa Kurotel? Pois é, Gim Argello também estava hospedado lá com seu amigão Renan Calheiros! A conta do Renan no Spa ficou em cerca de R$ 22 mil, a conta do Gim Argello não deve ter ficado por menos que isso também. Pois é amigos, o povo se fodendo para pagar suas contas e esses mequetrefes aproveitando a vida numa boa!

Para quem não sabe quem é o  canastrão do Gim Argello, segue parte do curriculum do canalha:

Ele renunciou em 07/12/2010 após as denúncias de liberação de emendas parlamentares para empresas fantasmas. Gim Argello não resistiu às denúncias de desvio de verbas e renunciou à relatoria do orçamento.

Como um cara desses se torna Senador? Ele era primeiro suplente do ex-senador Joaquim Roriz, que renunciou ao mandato, foi assim que o mesmo se tornou Senador e ajudou a eleger seu amigão do peito Renan Calheiros.

Segue alguns prints dos recados que estão sendo deixados pelos eleitores indignados na página do Senador Gim Argello. Não deu para printar todos os recados pois são MUITOS, essa é apenas uma amostra grátis do que os indignados de todo o Brasil farão com todos os 56 Senadores que votaram no FICHA IMUNDA do Renan Calheiros, traindo assim a opinião pública e seu próprio eleitorado. Responderemos nas Urnas através do VOTO CONSCIENTE a todos esses que elegeram o Renan.

Deixe você também uma mensagem de indignação ao senador Gim em sua página do Facebook:

https://www.facebook.com/senadorgim

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Quando os politicos e os criminosos de colarinho branco roubam milhões, eu não vejo uma avenida inteira se mobilizando para impedir. Não vejo as pessoas correndo na rua para tentar pegar o ladrão, mas quando um miserável tenta conseguir comida, no caso um pacote de bolacha (deve ser horrivel passar fome a ponto de precisar roubar) a população vai atrás como se fosse a caça de um animal que precisa ser abatido. Não que eu apoie que roubem os mercados, mas acho injusto a questão dos valores que estão por detrás da ”justiça” e “lei” que regem esse país.

Esse homem foi preso e pego assim por que simplesmente ele era POBRE.

Renan Calheiros, apresentou, ao Senado da República, notas frias e documentos falsificados para justificar a origem dos recursos que o lobista de uma grande empreiteira entregava, em dinheiro vivo, à sua ex-amante e mãe de sua filha, a título de pensão. Desviou R$ 44,8 mil do Senado, nesse caso, também usou notas frias para justificar o desfalque nos cofres públicos. Cometeu os criimes de peculato, falsidade ideológica e uso de documentos falsos e com todo esse currículum de dar inveja a muito bandido PHD no crime ainda assumiu a Presidência do Senado e está LIVRE, LEVE E SOLTO!

Justiça no Brasil é assim!

http://maumaudorninger.wordpress.com/tag/homem-preso-por-roubar-comida/

VERONICA CALHEIROS
Mulher de Renan Calheiros lucra 69% (R$ 200 MIL) em 4 meses! ISSO QUE É EFICIÊNCIA!!!!!

Novo documento obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo revela que a Tarumã Empreendimentos Imobiliários Ltda., a “empresa relâmpago” do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), distribuiu R$ 200 mil de lucro para Maria Verônica Calheiros, mulher do senador, apenas quatro meses após a artista plástica injetar R$ 290 mil em seu capital. Um lucro de 69% – na época, a taxa básica de juros era de 12,5% ao ano.

Sem nenhuma operação registrada, a Tarumã encerrou suas atividades em 16 de novembro de 2011, nove meses após ser registrada na Junta Comercial do Distrito Federal. Com o fim da Tarumã, Verônica recebeu R$ 498.284 em lucro e na restituição do investimento. Dois filhos do casal, Rodolfo e Rodrigo, também sócios na empresa, receberam R$ 833 cada.

Considerado alto por especialistas em lavagem de dinheiro, o lucro líquido obtido em tão pouco tempo coloca sob suspeita as operações financeiras e contábeis da empresa – que, em menos de um ano, movimentou ao menos R$ 500 mil. Aberta depois das eleições de 2010, a Tarumã teria funcionado em uma sala no Lago Sul de Brasília.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, está desde a semana passada mergulhado na análise das atividades da empresa. Às vésperas da eleição para o Senado, Gurgel denunciou Renan Calheiros ao Supremo Tribunal Federal (STF) por peculato, falsidade ideológica e uso de documentos falsos.

O inquérito está, atualmente, no gabinete do ministro Ricardo Lewandowski. Renan, que prega a transparência desde que assumiu a Casa pela segunda vez, se nega a esclarecer as atividades da Tarumã, alegando sempre se tratar de atividade privada.

O contrato social da empresa registrado na Junta Comercial do Distrito Federal prevê a exploração de empreendimentos imobiliários, como locação, compra e venda de imóveis próprios e participações societárias. No entanto, não foram localizados imóveis ou corretores registrados em nome da empresa ou de nenhum de seus sócios.

A empresa foi registrada em 22 de fevereiro de 2011 em nome do senador e de seus dois filhos. Cinco meses após a constituição, Renan deixou a sociedade e deu lugar à esposa, que turbinou o capital da empresa de R$ 10 mil para R$ 300 mil.

Sem renda fixa e casada em comunhão parcial de bens, Verônica Calheiros integralizou em “moeda corrente” o valor de R$ 290 mil no capital da empresa em 21 de julho de 2011. Quatro meses mais tarde, a Tarumã encerrou suas atividades. A extinção foi registrada na Junta Comercial do Distrito Federal em 16 de novembro de 2011.

A última declaração de bens pública apresentada pelo senador informa que ele tem um patrimônio de R$ 2,1 milhões. Na declaração ele menciona um apartamento em Maceió, uma casa em Barra de São Miguel e R$ 3 mil em contas bancárias.

A operação foi assistida por Bruno Mendes, advogado e assessor comissionado de Renan no Senado. Mendes tornou-se figura conhecida em 2007, depois de aparecer associado ao escândalo de empreiteiras que, a pedido do parlamentar, bancavam despesas da jornalista Mônica Veloso, com quem Renan tem uma filha. Bruno se negou a esclarecer as atividades da Tarumã.

Evolução de renda – Nas investigações feitas pelo Conselho de Ética do Senado, laudos da Polícia Federal e dados da Receita Federal atestavam a incapacidade financeira do senador e de seus familiares diante da evolução patrimonial registrada nas declarações de imposto de renda. Os sinais, segundos os investigadores, eram de patrimônio descoberto. As contas sugeriam que, com os recursos que alegava possuir, o senador não teria como pagar despesas pessoais e mais os valores repassados à jornalista Mônica Veloso.

Em nota divulgada no dia 12 de março, após a publicação da reportagem pelo Estado, o presidente do Senado informou que “todos os aspectos fiscais e empresarias dos contribuintes Renan sua esposa e seus filhos estão devidamente registrados perante os órgãos oficiais de controle.” Sobre a denúncia do procurador-geral da República, o presidente do Senado afirma ser o maior interessado no “desenlace” da questão.

http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/politica/noticia/2013/03/20/mulher-de-renan-calheiros-lucra-69_porcento-em-4-meses-406839.php

cinismo

O CINISMO DE RENAN CALHEIROS
Assistam o colunista Ricardo Noblat comentando sobre as atitudes do atual Presidente do Senado, a quem chama de um TREMENDO CARA DE PAU!

http://globotv.globo.com/infoglobo/o-globo/v/o-cinismo-de-renan-calheiros/2430329/

GURGEL

Para Gurgel, está provado que Renan não podia pagar a pensão

A Procuradoria-Geral da República acusa o senador Renan Calheiros (PMDB) pelos crimes de peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso, de acordo com uma reportagem da revista Época. A publicação diz ter tido acesso à denúncia que procurador-geral, Roberto Gurgel, fez ao Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com o procurador, Renan apresentou notas fiscais frias e documentos falsificados para justificar a origem de recursos que recebia do lobista Cláudio Gotijo, da empreiteira Mendes Júnior, para pagar, em dinheiro vivo, a pensão de sua filha com a jornalista Mônica Veloso. Em 2007, ele renunciou à presidência do Senado devido ao escândalo.

Está provado, finalmente, que Renan não tinha condições financeiras de arcar com a pensão – e que não fez, de fato, esses pagamentos à mãe de sua filha. De quebra, descobre-se na denúncia que Renan desviou R$ 44,8 mil do Senado. Nesse caso, também usou notas frias para justificar o desfalque nos cofres públicos, disse Gurgel, de acordo com a Época.

A denúncia está com o ministro Ricardo Lewandowski desde segunda-feira, dia 28, que deve encaminhar aos colegas do STF o voto favorável ou contrário. Chegando ao Senado para a escolha do novo presidente, Renan não quis comentar a acusação.

http://pop-news.jusbrasil.com.br/politica/103928000/renan-calheiros-desviou-r-44-8-mil-do-senado-diz-gurgel

2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013. STF, QUANTOS ANOS MAIS O POVO BRASILEIRO VAI ESPERAR PELO JULGAMENTO DO RENAN CALHEIROS????

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SOB CONTROLE DO PMDB, CONAB EMPREGA FILHO DE RENAN CALHEIROS E EX MULHER DE HENRIQUE ALVES.

Um filho de Renan, Rodrigo Rodrigues Calheiros, e uma ex-mulher de Henrique, Mônica Infante Azambuja, encontram-se abrigados na folha da Conab.

Estatal responsável pelo abastecimento, a Conab pende do organograma do Ministério da Agricultura, convertido sob Dilma Rousseff em feudo do PMDB.

Rodrigo Calheiros e Mônica Azambuja ganharam contracheques bancados pelo contribuinte em 2011. O filho de Renan Calheiros belisca salário mensal de R$ 10,5 mil. A ex-mulher de Henrique Alves recebe R$ 10,1 mil.

Com transparência franciscana, a Conab esclareceu: “Os partidos da base aliada e outras legendas indicam pessoas qualificadas para o cargo, e o governo promove as nomeações.

PS: QUALIFICAÇÃO NO CASO É SER FILHO, EX-MULHER OU PARENTE PRÓXIMO DE ALGUM POLÍTICO CORRUPTO E FICHA IMUNDA. E QUEM PAGA ESSA CONTA É VOCÊ CONTRIBUINTE!

QUE MARAVILHA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Extraido de Blog do Josias

FILHO DE RENAN ACUSADO DE FRAUDE NA MERENDA

Filho de Renan é alvo de inquérito da Polícia Federal. Deputado é acusado de participar de FRAUDES NA MERENDA. 

BRASÍLIA – O deputado federal Renan Filho (PMDB-AL), 33, é alvo de um inquérito da Polícia Federal que investiga suposto desvio de verbas para a merenda escolar da Prefeitura de Murici (AL). Ele é filho de Renan Calheiros (PMDB-AL), favorito para presidir o Senado a partir do mês que vem. Como o deputado tem foro privilegiado, o caso passou em março de 2012 para o Supremo Tribunal Federal.

Em manifestação no inquérito, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e a subprocuradora Cláudia Sampaio afirmaram que há “indícios de que o deputado federal cometeu os crimes descritos” na Lei de Licitações e no decreto sobre os crimes de responsabilidade de prefeitos e vereadores.

A existência do inquérito não representa culpa, e sim que o Ministério Público observou indícios de crimes e pediu mais apuração. Murici, a 50 km de Maceió e com cerca de 26 mil habitantes, é feudo dos Calheiros. O filho de Renan se elegeu prefeito em 2004, reelegeu-se em 2008 e deixou o mandato em 2010, após vencer a eleição para deputado. Seu vice era seu tio, hoje prefeito. De 2005 a 2008, a prefeitura recebeu do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, ligado ao MEC (Ministério da Educação), cerca de R$ 1,25 milhão, em valores atualizados, para a merenda.

A reportagem teve acesso às cerca de 1.700 páginas do inquérito, que começou em 2011, com a Procuradoria da República em Alagoas. A RJS Comércio, de Maceió, foi a vencedora da tomada de preços lançada pela gestão de Renan Filho. A investigação apontou que a RJS apresentou à prefeitura, para comprovar os serviços prestados, notas fiscais em valores muito acima dos registrados pela Secretaria de Fazenda de Alagoas.

A apuração se vale ainda de uma nota técnica da Controladoria-Geral da União (CGU), que apontou irregularidades no edital da licitação. O inquérito indica que Renan Filho teve papel ativo do lançamento do edital à escolha da comissão de licitação, na qual incluiu dois primos. No STF, o relator do caso é o ministro Gilmar Mendes. Ele acolheu pedido de Gurgel para autorizar diversas diligências, mas julgou não haver necessidade de enviar documentos para perícia na PF.

Outro lado 
Procurados pela reportagem, o deputado federal Renan Filho (PMDB-AL) e seus advogados não se manifestaram sobre o inquérito. A única petição da defesa de Renan Filho, datada de março de 2012, solicitava acesso a uma cópia da investigação. O escritório de advocacia, contatado pela reportagem, afirmou que não comentaria o conteúdo do inquérito porque ainda não foi formalmente constituído para atuar no caso. A empresa RJS e seus sócios, procurados, não foram localizados. O telefone que aparece nos documentos do contrato com a Prefeitura de Murici como sendo da empresa não existe mais, segundo gravação da empresa telefônica.

Até no lanche das crianças essa corja tem coragem de meter a mão! CANALHAS!!!!

FOLHAPE

 

luta

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou ontem que vai analisar o investimento de R$ 300 mil do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), numa empresa imobiliária que funcionou por aproximadamente um ano. Reportagem publicada ontem pelo Estado mostrou que a Tarumã Empreendimentos Imobiliários Ltda. foi aberta após as eleições de 2010 em uma sala no Lago Sul em Brasília e fechada meses depois, após um aporte em dinheiro vivo.

Gurgel disse que vai examinar o caso para decidir que providências tomará. Cabe ao procurador-geral pedir a abertura de inquéritos e processos criminais contra autoridades. No caso da Tarumã, documentos da Junta Comercial do Distrito Federal mostram que a empresa tinha como sócios Renan e seus filhos Rodrigo e Rodolfo Calheiros. Renan investiu R$ 9 mil e os filhos, R$ 500 cada um.

Meses depois, o senador deixou oficialmente a empresa e foi substituído pela mulher, Maria Verônica. Houve um aporte de R$ 290 mil ao negócio. Procurado pela reportagem, Renan não quis dar informações sobre o empreendimento. Disse que as operações envolvem atividades privadas.

Em nota divulgada no início da noite de ontem, Renan informou que “todos os aspectos fiscais e empresarias dos contribuintes Renan, sua esposa e seus filhos, estão devidamente registrados perante os órgãos oficiais de controle”. O senador disse ainda que a abertura de inquérito pela Procuradoria-Geral foi um pedido seu e que ele é o maior interessado no desenlace da questão. O senador manteve a posição de não explicar as operações da Tarumã.

Falsidade ideológica. Recentemente, Gurgel denunciou Renan ao Supremo Tribunal Federal por suposto envolvimento com os crimes de falsidade ideológica, uso de documentos falsos e peculato. Segundo o procurador, antes de o STF decidir se aceitará ou não a denúncia, Renan será intimado para apresentar uma resposta. Se a denúncia for aceita, será aberto um processo criminal e o senador passará da condição de investigado para a de réu.

A apuração foi aberta após o surgimento de suspeitas de que Renan tinha despesas pessoais pagas por um empresário. Para justificar o dinheiro, ele teria apresentado documentos falsos, segundo o procurador.

Estadão

Joaquim Barbosa1

Aliado em potencial

O grupo de senadores que trabalha para ver Renan Calheiros pelas costas já definiu o primeiro front. No jantar na casa de Jarbas Vasconcelos, ontem à noite , Pedro Simon, Pedro Taques, Ana Amélia, Randolfe Rodrigues, Armando Monteiro decidiram que irão procurar Joaquim Barbosa.

Na pauta, apenas um pedido: dar celeridade à análise da denúncia em que Roberto Gurgel acusa Renan de ter apresentado notas fiscais frias durante o processo que lhe custou o mandato, em 2007. Como se sabe, Ricardo Lewandowski é o relator do inquérito gerado pela denúncias de Gurgel.

Coluna Radar – veja Online

DILMA APOIA COLLOR E RENAN

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A presidente Dilma Rousseff elogiou, nesta quarta-feira, 13, o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), chamando-o de “parceiro” em entrevista a rádios da Organização Arnon de Mello, de Alagoas, controlada pelo ex-presidente da República. Também não deixou de elogiar o atual presidente do senado Renan Calheiros (PMDB). Ambos dispensam apresentações. E como sempre a opinião pública vale o que para esses políticos? NADA! Nas próximas eleições, vote consciente!

O POVO

Conheça as Fichas do Presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB) e de seu vice Jorge Viana (PT). Eles são dignos de ocuparem cargos tão importantes em nosso País? Tomem vergonha na cara, o povo EXIGE pessoas de ficha limpa nesses cargos!

SUJOS

 

renan calheiros investe em empresa relâmpago

Presidente do Senado e seus familiares investiram em imobiliária que durou cerca de um ano; peemedebista não comenta.

BRASÍLIA – Renan Calheiros (PMDB-AL) e sua família injetaram R$ 300 mil em dinheiro vivo em uma empresa imobiliária que funcionou por cerca de um ano. O parlamentar, eleito presidente do Senado em fevereiro prometendo total transparência em sua gestão, não quis comentar a operação.

Batizada de Tarumã Empreendimentos Imobiliários Ltda., a empresa foi aberta depois das eleições de 2010 em uma sala no Lago Sul de Brasília. Ela reuniu o parlamentar peemedebista e dois filhos na sociedade. O objetivo declarado era “administrar a compra e venda de imóveis próprios ou de terceiros”.

Segundo documentos da Junta Comercial do Distrito Federal, Renan colocou inicialmente no negócio R$ 9 mil. Seus filhos Rodrigo e Rodolfo Calheiros entraram com R$ 500 cada. O contrato social da empresa foi assinado em 8 de dezembro de 2010. Porém, o registro da junta é de 22 de fevereiro de 2011.

Cinco meses depois, em 21 de julho, Renan deixou oficialmente a sociedade e cedeu lugar à mulher, Maria Verônica, que se associou ao empreendimento depois de aportar R$ 290 mil “em moeda corrente nacional” no negócio.

Desde 9 de janeiro de 2012, a empresa consta como extinta na base da Receita Federal, antes de completar oficialmente um ano.

Atividade privada. Renan manteve silêncio sobre o assunto. Disse que as operações da Tarumã são “pessoais e uma atividade privada”. Legalmente, ele não tem obrigação de dar explicações sobre a abertura e a extinção da empresa. A operação teve de ser declarada à Receita Federal. Ela não deverá aparecer, porém, em sua declaração à Justiça Eleitoral, que é pública. Como o negócio foi realizado após a eleição de 2010 e antes da eleição do ano que vem – quando deverá se candidatar ao governo de Alagoas -, ele não precisará constar de sua declaração de bens obrigatória de bens.

“Se o ovo da serpente é o sigilo, então vamos aplicar uma overdose de transparência e controle social”, disse ele na posse do comando do Senado, num dos quatro discursos em que prometeu “transparência”.

Casada com o senador, a artista plástica Verônica compartilha com Renan os mesmos bens e propriedades. Em 2010, o hoje presidente do Senado declarou à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 2,1 milhões, com um apartamento em Maceió, uma casa em Barra de São Miguel, um carro, cotas da Agropecuária Alagoas e pouco mais de R$ 3 mil em espécie depositado em bancos. A remuneração de Renan, como parlamentar, segundo dados do Portal da Transparência, é hoje de R$ 26,5 mil.

Incompatível. Na crise em 2007, relatório do Conselho de Ética, com base nas declarações de Imposto de Renda e laudos da Polícia Federal, atestava a incompatibilidade da evolução patrimonial do senador e indícios de patrimônio descoberto. Esses laudos subsidiaram a denúncia do Procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ao Supremo Tribunal Federal, feita às vésperas de sua eleição para comandar o Senador.

Renan foi denunciado por peculato – desvio de dinheiro público, 2 a 12 anos de cadeia -, falsidade ideológica – 1 a 5 anos – e uso de documento falso – 2 a 6 anos.

Gurgel afirma que Renan apresentou ao Congresso notas frias e documentos falsificados para justificar a origem dos recursos que o lobista Cláudio Gontijo, da empreiteira Mendes Júnior, entregava, em dinheiro vivo, à jornalista Mônica Veloso, mãe de uma filha do senador, como pagamento de pensão. A denúncia está sendo analisada pelo ministro Ricardo Lewandowski, que não tem prazo para se manifestar. Renan nega que tenha cometido os crimes apontados pela Procuradoria-Geral da República.

‘Homem da mala’. As operações financeiras e contábeis da Tarumã desde a injeção de dinheiro em espécie e sua imediata extinção leva a assinatura de Bruno Mendes, assessor comissionado de Renan desde 2003 e que se notabilizou em 2007 por ter sido o “homem da mala” que fazia o leva e traz de dinheiro de empreiteiras que bancavam, a pedido de Renan, despesas de Mônica Veloso. Bruno Mendes também não quis se pronunciar sobre a empreitada da Tarumã.

Quatro especialistas em lavagem de dinheiro ouvidos pelo Estado – eles pediram para não ter o nome publicado por se tratar de um caso ainda sem investigação formal – consideraram a operação “suspeita”.

Estadão

Nunca tinha ouvido falar nesta figura,, mas esse cara falou a mais pura verdade. Povo brasileiro, liga o satélite…vamos parar de rebolar a bundinha no carnavaL, pensar em futebol e VOTAR em BBB. Se liga!

dilma presidenta

A presidente discursou durante pouco mais de 26 minutos sob o som de apitos.

A presidente da República, Dilma Rousseff, e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), foram alvo de protestos durante cerimônia hoje em Água Branca, no sertão de Alagoas, a 296 km de Maceió.

Dilma visitou o município para inaugurar um trecho do Canal do Sertão, obra que se arrasta desde 1992. A presidente discursou durante pouco mais de 26 minutos sob o som de apitos.

Manifestantes, que disseram não pertencer a nenhum grupo político, carregavam faixas e cartazes com dizeres como “Dilma, traidora. De oprimida a opressora”, “Dilma, seja bem vinda à terra do coronel”, “Honestamente, nunca se mentiu tanto”.

Os manifestantes também gritavam “Alagoas, pior Estado do Brasil” e “Alagoas, Estado de ladrão”. ”A gente protesta contra essa mentira porque a gente sabe que esse canal vai servir para a agroindústria”, disse o professor José Londe, um dos manifestantes.

Ele fez críticas diretas a Dilma e Calheiros. “Renan Calheiros, que representa Alagoas no Senado é um verdadeiro sanguessuga. Dilma deixou a luta, abraçou o capital internacional e o capital nacional. A Dilma é uma vergonha para o Brasil”, disse o professor, que era apoiado por outros cerca de 15 manifestantes.

O governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), também foi vaiado e pelo menos um dos cartazes era contra ele. “Téo, se o papa conseguiu, você também consegue. Renuncie!!!”.

Protestos também foram realizados antes da chegada da presidente. Duas rodovias foram bloqueadas pela população que pedia a pavimentação de um trecho de BR-316. Em seu discurso, a presidente prometeu pavimentar o trecho da estrada.

Agricultores também protestaram. Eles colocaram cabeças de gado na estrada, na entrada da cidade, e distribuíram um manifesto pedindo o perdão das dívidas que têm com o Banco do Nordeste.

Chico Terra.

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Abramovay (à esq.), da Avaaz, entrega a senadores petição contra Renan Calheiros

Petições atraíram mais de 3 milhões de brasileiros no último ano; organizações internacionais voltam suas atenções ao País.

Dois minutos. Esse é o tempo necessário para acessar um manifesto online, ler os argumentos e se tornar um apoiador. No último ano, mais de 3 milhões de brasileiros agiram dessa forma, e as duas maiores organizações mundiais de abaixo-assinados abriram filiais no País. A novidade piscou no radar da classe política, que ainda tenta aprender como lidar com esse mecanismo de pressão.

Os números são superlativos e devem acompanhar o avanço da banda larga no País – hoje disponível para 30% dos brasileiros. Dois milhões assinaram uma petição para que a Câmara dos Deputados votasse o projeto da Lei da Ficha Limpa. Um milhão e 600 mil colocaram seu nome contra a eleição de Renan Calheiros (PMDB-AL) para presidir o Senado. Recém-eleito para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, o pastor Marco Feliciano (PSC-SC) já é alvo de um manifesto pela sua destituição com 280 mil apoiadores.

O fenômeno virtual desperta desconfiança de setores da sociedade que temem que os abaixo-assinados online consolidem o “ativismo de sofá” e enfraqueçam formas tradicionais de protesto, como intervenções urbanas ou marchas em vias públicas.

Mas, para pesquisadores, a tendência é irreversível: a internet consolidou um novo espaço público para debate e formação de opiniões e, assim como provocou mudanças na cultura e na economia, também provocará transformações na política.

Para Pedro Abramovay, diretor de campanhas da Avaaz, ONG internacional de ativismo online que reúne 20 milhões de apoiadores, sendo 3 milhões brasileiros, o modelo tradicional de democracia representativa, com um voto a cada quatro anos, é insuficiente para dar conta de uma realidade na qual os cidadãos podem se conectar rapidamente em torno de um objetivo comum. “Tenho certeza de que a política nunca mais vai ser a mesma”, afirma.

Abramovay cita como exemplo o ato de compartilhar uma petição no Facebook, para ele um comportamento “profundamente político” na medida em que a pessoa assume uma posição diante de seus amigos e abre espaço para contra-argumentos. “As pessoas passam tanto tempo na internet, ela é uma parte tão importante para nossas vidas, que considero despolitizador dizer que a política feita ali é menos importante”, diz.

Atento ao fenômeno, o parlamento alemão desenvolveu sua própria plataforma oficial para que a população organize abaixo-assinados. Se a petição alcançar 50 mil apoiadores, os deputados são obrigados a discutir o tema. A Casa Branca, nos Estados Unidos, tem sistema parecido, o “We The People”.

Lobby. A Avaaz é financiada por doações voluntárias e se define como uma ONG de defesa do interesse público, e não uma mera plataforma de petições. A entidade deleta abaixo-assinados que ferem seus princípios e aposta suas fichas em outros. Sua força vem da união dos manifestos com uma estrutura azeitada para fazer lobby. “A gente combina esse instrumento de petição online com uma equipe que tem acesso a parlamentares, que sabe fazer isso”, diz Abramovay, ele mesmo um conhecedor dos meandros de Brasília: foi ex-secretário nacional de Justiça do governo Lula.

Na campanha contra Calheiros, a Avaaz visitou gabinetes de senadores e contratou uma pesquisa do Ibope, que apontou que 74% dos brasileiros seriam favoráveis à renúncia do alagoano.

Os pastores Silas Malafaia e Feliciano já avisaram que vão processar a ONG após terem petições a seu favor bloqueadas pela entidade. Contrariado, Feliciano organizou um manifesto em seu próprio site e reuniu 150 mil apoiadores. “Isso mostra que nossa atuação tem tido um efeito político grande”, diz Abramovay.

Alternativa. Concorrente da Avaaz, a Change.org tem 23 milhões de usuários no mundo – sendo 400 mil brasileiros – e abriu seu escritório no País em outubro. A entidade não deleta petições, permite que duas campanhas com objetivos opostos coexistam na plataforma e afirma não fazer lobby.

“Não cabe à nossa equipe julgar o que é relevante ou não. Nossa política é confiar na transparência, para o bem e para o mal”, afirma a diretora de campanhas Graziela Tanaka.

A organização é financiada pela venda de espaço em seu site para quem busca dar maior visibilidade à sua campanha, modelo similar ao adotado por Google ou Facebook.

Em dezembro, o Ministério Público do Estado de São Paulo hospedou na Change.org um dos primeiros abaixo-assinados promovidos por uma instituição pública no País. O manifesto, contrário à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37, que retira o poder de investigação criminal dos promotores, obteve 40 mil assinaturas.

“Se não atingir a imagem do político, ele não vai se mexer. Nesse ponto, os abaixo-assinados podem ter êxito”, afirma o professor Jorge Machado, coordenador do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação da USP.

Ele alerta, no entanto, que as campanhas online tendem a cair no esquecimento com facilidade, pois estão intimamente ligadas ao impacto de uma notícia. “É diferente do que levar dois ônibus de manifestantes para a Câmara. Mas uma não exclui a outra”, afirma.

Legislação. O senador Pedro Taques (PDT-MT) anunciou que apresentará, nos próximos dias, uma PEC para incorporar as petições online ao processo legislativo.

Batizado de Medida de Urgência Popular, o mecanismo pretende impor regime de urgência a projetos de lei que tiverem o apoio de um porcentual do eleitorado – o número exato ainda não foi definido.

“Precisamos criar um login cidadão para que as pessoas possam participar”, diz Taques. Segundo ele, a Justiça Eleitoral seria responsável pelo desenvolvimento de um sistema online que garanta a autenticidade das petições.

Estadão

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Se Renan Calheiros acreditava que, uma vez eleito presidente do Senado, teria trégua de seus opositores, agora já pode tirar o cavalinho da chuva.

Um grupo de aproximadamente dez senadores anti-Renan vai se reunir esta semana, provavelmente amanhã, na casa de Jarbas Vasconcelos.

À mesa, claro, estratégias para voltar a criar problemas ao inimigo.

Lauro Jardim, para VEJA

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[RIO DE JANEIRO] Hoje 11/03 ás 17h, o Rio de Janeiro estará fazendo mais uma manifestação pedindo a expulsão do Renan Calheiros do Senado Federal. Dessa vez o ato está programado pra sair das escadarias da Câmara Municipal na Cinelândia em direção a sede do PMDB-RJ!

Vamos!!! Chame os amigos, chame todos, é hora de lutar pelo nosso país, é hora de sair do comodismo!

Link da manifestação no Facebook:

O senador Lindbergh Farias (PT – RJ) mais uma vez revela seu lado hipócrita ao reclamar do presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB – AL). Ora, Lindbergh foi um dos que ajudou Renan Calheiros a ser presidente do Senado e consequentemente do Congresso, mesmo com o Brasil inteiro clamando “Fora Renan!”. Lindbergh votou nele, pediu votos para Renan, ria das suas piadas, dava tapinhas no ombro, enfim bajulava-o de todas as formas. Agora quem deve estar rindo da cara de Lindbergh é Renan Calheiros.

Aliás, como mudou esse rapaz. Ele que foi líder dos “caras pintadas” pedindo o impeachment de Collor, hoje diverte o senador com suas piadas levando-o às gargalhadas e também o bajulando. Como mudou Lindbergh!

Aliás, querem uma boa, o senador Lindbergh que nunca foi evangélico está hoje numa convenção de pastores em Paty do Alferes, interior fluminense, fingindo que é o que não é.

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Lindbergh ri do que Renan disse, e faz rir o senador Fernando Collor (PTB – AL)

Fonte

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Mônica Velloso (Foto: Lula Marques / Folhapress)

A apresentadora Mônica Veloso apelou novamente aos Tribunais. Há seis anos, Mônica abriu uma disputa com o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) em torno da pensão da filha de ambos. Isso acabou por levar Renan à renúncia da presidência do Senado, cargo que voltou a ocupar em fevereiro. Em ação protegida por segredo de Justiça, Mônica cobra do Senado R$ 80 mil, valor que se refere à participação da filha nos 14o e 15o salários do pai, duas benesses extintas pelo Congresso há dez dias. Mônica move uma causa mais polpuda contra a TV Alterosa, onde estrelava o programa Vrum. Na renovação do contrato, em junho de 2012, seu salário foi cortado à metade. Ela não aceitou. Reclama direitos trabalhistas e participações em merchandising. A conta chega a R$ 2 milhões.

Época

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estudante mineiro em greve de fome contra renan calheiros

#OpForaRenanCalheiros #OcupaBrasil #OcupaCongresso Evento:

https://www.facebook.com/events/215217341954476/?ref=3

O estudante mineiro Jorge Luiz, natural de Boa Esperança-MG, se encontra acampado em Brasília em frente ao Congresso Nacional, em greve de fome protestando pela permanência de Renan Calheiros, na presidência do Senado.

Jorge Luiz, pede a renuncia de Renan Calheiros, que em 2007,renunciou a presidência do Senado após denúncias de que suas contas pessoais eram pagas com dinheiro de propina de lobistas,renuncia esta que impediu sua cassação. Em 2012 Calheiros foi novamente eleito senador, e agora em votação secreta 56 senadores votaram em seu nome para presidente do Senado, instituição que deveria zelar pela ética e pela moral, mas que infelizmente tem se mostrada uma instituição fraca que se curva aos jogos e acordos políticos, tão comuns em nosso país e que tanto favorecem a corrupção e a impunidade.

Jorge Luiz, está desde terça-feira (05.03.13) sem se alimentar, bebendo apenas água e espera que seu protesto tenha efeito no sentido de ajudar a retirar da presidência esta pessoa que não possui condições morais para exercer tal função, esperando ainda que seu gesto contribua para o combate a corrupção em nosso país e para a conscientização do brasileiro, para o fato de que é preciso lutar por uma política mais limpa e mostrar sua indignação frente aos desmandos políticos de nosso país.

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Orgulho de Manaus – AM! Bem representados!

Obrigado Raphael Silveira!

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fora renan em Manaus 09-03

fora renan em belo horizonte