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larga o osso sarney

A caminho da solidão

Desde que deixou a Presidência do Senado, José Sarney perdeu influência e cargos no governo. Sem o poder de outrora, o senador admite não concorrer à reeleição.

Do fundo do plenário, local jocosamente apelidado de zona cinzenta, o senador José Sarney (PMDB-AP) acompanhou escondido por uma pilastra o entusiasmo do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ao anunciar a promulgação da PEC das Domésticas, no início da noite da quarta-feira (3). Para não deixar transparecer sua inequívoca condição de coadjuvante, Sarney deixou a passos lentos a cerimônia, durante a última estrofe do Hino Nacional. Acompanhado por dois assessores, esperou pelo elevador privativo sem receber nenhum tapinha nas costas ou cumprimento dos antigos bajuladores.

Mas não seria este o primeiro sinal da solidão de Sarney, depois de deixar o comando do Congresso. No fim de fevereiro, quando chegava ao plenário para marcar presença já como senador comum, ele foi abordado por um antigo funcionário. O servidor notou o isolamento e o ex-presidente logo emendou. ‘Veja como é o poder. Junto vem a velhice’, desabafou com voz trôpega e ar cansado. Sem poderes formais no Senado, Sarney demonstra ter pouca disposição para o exercício legislativo. O parlamentar, que já não relatava uma matéria desde 2002, chega sempre por último nas reuniões partidárias, quando o encontro já está no fim. Sarney anunciou até uma licença de 120 dias para terminar o livro ‘Testamento para Roseana’. A data ainda não está definida. Seu primeiro-suplente, Salomão Alcolumbre, está de sobreaviso, mas ainda quer ver para crer que conseguirá ocupar a cadeira de Sarney nesta legislatura.

Rei posto no Congresso, rei posto também na Esplanada dos Ministérios. Desde o fim do ano passado, Sarney tem perdido posições estratégicas no governo Dilma. Na Anatel, ele dominava duas das 12 cadeiras do conselho consultivo. Perdeu ambas, com o fim do mandato de Fernando César Mesquita em fevereiro e a substituição de Virgínia Malheiros. Na Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Sarney também viu seu poder minguar, com a saída de Fernando Fialho da diretoria-geral do órgão. Na Agência Nacional do Petróleo (ANP), Alan Kardec, indicado por ele, não foi reconduzido. Na Valec, o senador maranhense perdeu a presidência da autarquia ‘ com a saída de José Francisco das Neves ‘ e a diretoria de engenharia do órgão, que era comandada por Ulisses Assad, seu aliado.

Sentindo-se desprestigiado, antes do feriado da Páscoa, Sarney sacou o telefone e ligou para a presidenta Dilma Rousseff. Aliados contam que ele demonstrava preocupação com a situa­ção do Ministério do Turismo, pasta comandada por seu aliado e também maranhense Gastão Vieira. Mas não foi a permanência de Vieira que levou o ex-presidente da República a recorrer a Dilma. Há tempos, Sarney tenta reaver o comando do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). Seu inimigo político, o comunista Flávio Dino, preside o órgão e cresce como um dos principais nomes na corrida pelo governo do Maranhão em 2014. No que depender da presidenta, no entanto, Sarney ficará a ver navios. A Embratur deve mesmo permanecer sob o controle do PCdoB. Para piorar, Dilma estuda a substituição de Washington Viegas, indicado de Sarney na Companhia Docas do Maranhão (Codomar).

Para tentar recuperar parte do fôlego político, Sarney articula para que sua família ganhe duas cadeiras no Senado no próximo ano. A estratégia começa no Amapá e termina no Maranhão, seus redutos eleitorais. Ele convenceu sua filha, a governadora Roseana Sarney (PMDB-MA), a disputar uma cadeira de senadora em 2014. No Amapá, pode lançar o filho Fernando Sarney. Questionado sobre seus projetos pessoais, a partir do próximo ano, Sarney tem dito que pensa em se dedicar somente aos livros. Amigos próximos adotam a cautela. ‘Ele também costuma dizer que há duas maneiras de sair da política. Ou o cara morre ou é afastado’, conta o deputado Francisco Escórcio (PMDB-MA), com quem o senador convive há 30 anos. O fato é que Sarney hesita em disputar a reeleição. Está convencido de que seu desempenho eleitoral já não é mais o mesmo. Com menos cargos no governo federal, sua influência e capacidade de articulação dimi­nuíram. A caneta que sempre liberou polpudas verbas para apadrinhados políticos País afora também já carece das tintas carregadas de outrora.

(Publicado pela revista ISTOÉ Independente)

impunidade

A aceitação da impunidade dos atos de corrupção é um aditivo histórico, marcante e decisivo para reprodução contínua de novas práticas ímprobas. Num ciclo vicioso, a impunidade estimula a corrupção, banalizando-a no meio social através de um processo contínuo de desencantamento e conformação. As relações íntimas, os interesses comuns e as “razões de Estado” continuam sendo, ainda hoje, circunstâncias determinantes para o aceite da transgressão do ordenamento, convertendo-se em estímulo à reprodução desenfreada e crescente dos mais variados delitos.

A impunidade é característica marcante da estrutura do Estado patrimonial, sendo consequência lógica de sua dinâmica funcional. Com a aplicação de critérios subjetivos para consecução das metas do Governo, sempre pautada por relações íntimas de amizade, parentesco e retribuições pessoais, a norma – instável e flexível – é marcada pelo casuísmo e pela arbitrariedade.

Com a valorização suprema do patrimônio, dos bens e das riquezas, uma ética perversa passou a ser consentida e cultuada, privilegiando-se a esperteza, a hipocrisia, a bajulação, a manipulação, o tráfico de influência, a fraude e a corrupção, tudo isso em prejuízo do proceder correto, eficiente, honesto e meritório. O Estado se transformou em propriedade particular ou, quando conveniente, em terra de ninguém.

No Brasil, a escolha patrimonial não permitiu que uma ética voltada ao interesse público e coletivo germinasse na nova terra. Eis o lema vigente: “Cada um por si, e o Estado por todos”. Sem forças para reagir à degradação moral, a corrupção contaminou a sociedade e várias gerações, tornando-se consequência natural da cultura patrimonial e da impunidade prevalecente.

Lembrando Eduardo Galeano, a história real é marcada pela desigualdade perante a lei. Os exterminadores de índios, os traficantes de escravos, os ladrões de terras, os corruptos saqueadores dos cofres públicos, todos permanecem impunes, presente uma justiça parcial destinada somente à exclusão de pobres e miseráveis. Uma amnésia obrigatória envolve os grandes crimes e atos de corrupção. As leis da impunidade, baseadas no engodo, na fraude e no medo, por razões de Estado, em nome da estabilidade democrática e da reconciliação nacional, ignoram convenientemente a macrocriminalidade.

A impunidade é nefasta não apenas por comprovar a ineficiência do sistema judicial brasileiro; ela é uma causa determinante para o estímulo de novas práticas corruptas. Como efeito colateral nocivo à democracia, a impunidade gera o desencantamento e a conformação popular, a desilusão que fere a alma e a esperança de ver uma justiça indistintamente aplicável e acessível a todos: pobres ou ricos, negros ou brancos, servidores ou superiores, empregados ou empresários etc. Boa parcela da opinião pública não acredita em mais nada, generalizando a corrupção a tudo e a todos, com um efeito negativo devastador ao combate à corrupção. Afinal, quando todos são criminosos, os verdadeiros corruptos (e corruptores) não podem ser identificados, processados e efetivamente punidos.

Torna-se imperioso, portanto, modelar uma nova estrutura de combate à corrupção e ao crime organizado, fortalecendo a atuação integrada e conjunta de toda sociedade. Afinal, o que todos nós temos a ver com a corrupção?

(*) Affonso Ghizzo Neto é Promotor de Justiça em Joinville e Idealizador do Projeto “O que você tem a ver com a corrupção?”.

apoio

A propósito da eleição na PGR, Roberto Gurgel também não manifestou apoio a nenhum dos candidatos que querem sucede-lo no comando do Ministério Público.

Depois do mensalão, das brigas com Fernando Collor e da denúncia contra Renan Calheiros, Gurgel tem sido franco:

– Ninguém pediu meu apoio e, na atual situação, meu apoio só prejudicaria um candidato.

Por Lauro Jardim
http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/

anta22

O senador João Aberto Souza (PMDB-MA) foi eleito nesta quarta-feira presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado. É a quarta vez que ele ocupa o cargo. O senador Jayme Campos (DEM-MT) foi eleito vice-presidente.

Os dois foram escolhidos por aclamação entre os membros da comissão. Os dois estiveram no conselho em outras oportunidades. Souza é aliado de Renan Calheiros (PMDB-AL), e a sua escolha tem por objetivo blindar o presidente da Casa em eventual processo.

O colegiado não tinha presidente desde o processo contra o ex-senador Demóstenes Torres. Na época, o senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) assumiu a vaga temporariamente, mas, depois disso, a presidência ficou vaga.

O Conselho de Ética é responsável por investigar e processar senadores acusados de quebra de decoro parlamentar. O resultado das investigações pode ir desde o arquivamento até o pedido de cassação do mandato, como ocorreu com Demóstenes. É o presidente do conselho que decide se aceita ou não uma denúncia ou representação.

Estes políticos nos consideram verdadeiras ANTAS!

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/politica/noticia/2013/04/aliado-de-renan-calheiros-e-eleito-presidente-do-conselho-de-etica-do-senado-4094673.html

teatro1

Em 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assinou a lei Áurea que aboliu a escravidão no Brasil. “Áurea” quer dizer “de ouro” e a expressão refere-se ao caráter glorioso da lei que pôs fim a essa forma desumana de exploração do trabalho.
Ontém, dia 02/04/2013, o então presidente do Senado, Renan Calheiros em pronunciamento transmitido em rede nacional de rádio e televisão, comparou a Emenda Constitucional dos trabalhadores domésticos (PEC) com a lei Áurea.

Será que estamos novamente diante da política do pão e do circo? E as consequências? A bebedeira é boa e a ressaca?

Posso estar incomodada com a analogia descabida do senador, pois não sei na residência dele como os domésticos são tratados, mas ao que parece o senador quer mesmo é “aparecer” ou “parecer ser”.

O fato é que jogaram sementes da discórdia e a lona já está montada, dentro das residências! Mas o que mais me traz preocupação é a geração da informalidade. Quem vai arcar com o custo da informalidade quando esse trabalhador doméstico precisar da saúde, da licença, da aposentadoria?

Parabéns! Ganham votos a custas da ingenuidade! O dia da prestação das contas chega, alias essa é a única certeza da vida!

http://www.revistaemprego.com.br/materia/o-teatro-de-renan-calheiros

ranao

Alvo de denúncias, Renan voltou à presidência do Senado prometendo “overdose de transparência”

Em seu primeiro discurso após voltar à presidência do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) se comprometeu a inovar em relação à sua gestão anterior: dar publicidade total aos atos da Casa e criar uma Secretaria de Transparência. Essa palavra não tem combinado com Senado. A começar pelo mistério que se faz em torno do registro da frequência dos senadores da República. Diferentemente do que ocorre há anos na Câmara, o Senado ainda não permite ao eleitor pesquisar, em sua página na internet, o índice de comparecimento de seus representantes na Casa. Para chegar a esses dados, é preciso checar pelo menos dois tipos de documentos publicados no portal do Senado e cruzar suas informações para identificar o número de faltas que um parlamentar teve ao longo do ano. Foi assim que a Revista Congresso em Foco obteve a lista dos senadores mais faltosos e mais assíduos nas sessões deliberativas de 2012. Um caminho tortuoso, mas confirmado pela Secretaria-Geral da Mesa.

No entanto, ao serem procurados pela reportagem, alguns senadores contestaram o número de faltas apresentado pelo levantamento. Para embasar a contestação, utilizaram um documento guardado a sete chaves pelo Senado. É um quadro de comparecimento produzido pela própria Secretaria-Geral e distribuído apenas aos senadores e chefes de gabinete.

Ninguém, à exceção do próprio parlamentar, tem autorização para divulgar esses dados. Por esse documento, os senadores têm sempre menos faltas do que os registros divulgados.

Segundo a secretária-geral da Mesa, Cláudia Lyra, o quadro de comparecimento é apenas uma ferramenta de trabalho da Casa e não uma informação pública. A secretária reconheceu a existência de incongruências entre aquilo que o Senado divulga, ainda que de maneira pouco clara, e as informações que repassa aos gabinetes. Ela disse que trabalhará para divulgar a assiduidade dos senadores de forma mais prática e acessível.

Lei de Acesso

Segundo a Lei de Acesso à Informação, aprovada pelo Congresso em 2011, um dado só pode ser considerado público se estiver facilmente acessível. Deverá ser possível consultá-lo de maneira objetiva, transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão.

Para o cientista político David Fleischer, a forma como o Senado publica a assiduidade dos senadores não ajuda o cidadão.

– “Não se divulga esse tipo de informação porque em raros momentos a opinião pública é levada em conta. Nos outros, é melhor não revelar mesmo, porque quando o eleitorado se enche do mal feito, ele reage”, explica.

O Congresso em Foco entrou em contato com assessoria de imprensa do Senado para saber por que essas informações não são publicadas de forma consolidada. Sequer houve resposta.

correio de notícias

taques1

Petições com 350 mil assinaturas chegariam a comissão.

Garantir maior participação dos cidadãos nas atividades do Senado Federal, seja na fiscalização e controle dos atos do Poder Público, seja na atividade legislativa. É o que propõe o senador Pedro Taques (PDT-MT), por meio do Projeto de Resolução do Senado 19/2013.

A ideia da proposição, que altera o Regimento Interno do Senado Federal, é criar um sistema online, um login cidadão, para que as pessoas possam apresentar propostas legislativas e de fiscalização. “Nós vivemos numa democracia dialógica, participativa, e o cidadão tem o direito de participar das mudanças, das decisões importantes para a sociedade. O projeto compromete o Senado Federal com a efetividade da ampliação da participação popular no processo legislativo.”, defende Pedro Taques.

O primeiro dispositivo a ser alterado, conforme a proposta, é o art. 102-B do Regimento Interno da Casa, que prevê a legitimidade para propositura da proposta de fiscalização e controle a ser exercida pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA). No modelo atual, somente os senadores têm legitimidade para requerer a instalação desse procedimento.

Pelo projeto de Pedro Taques, a CMA poderá apreciar propostas apresentadas na forma de petição pública física ou eletrônica e assinadas por 0,25% do eleitorado – ou seja, por volta de 350 mil eleitores. O senador lamenta que, nos últimos 10 anos, somente 19 propostas de fiscalização e controle foram apresentadas. Nos últimos três anos, nenhuma foi apresentada.

A mesma alteração, o parlamentar propõe ao art. 102-E do Regimento Interno que prevê que apenas determinadas entidades organizadas possam oferecer sugestão legislativa perante a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Pedro Taques sugere ainda o acréscimo do art. 272-A ao Regimento para que seja facilitada a participação do cidadão na discussão das matérias em tramitação na Casa. Poderão, por exemplo, ser criados fóruns de discussão, em que se permitirá a discussão pública de proposições em tramitação.

O senador observa que, atualmente o portal do Senado possibilita que sejam enviadas sugestões por e-mail aos parlamentares. No entanto, avalia que o atual mecanismo é insuficiente para oferecer um amplo debate.

Para reforçar sua proposta, o senador de Mato Grosso cita a iniciativa do Governo Barack Obama dos EUA em lançar o site “We the People”. Mediante um simples cadastro, possibilita-se que as pessoas interessadas assinem petições públicas, apresentando demandas e sugestões a serem examinadas pelo governo federal. Lembra também que, na Alemanha, admite-se desde 2005 a propositura de petições eletrônicas individuais ou coletivas perante a Comissão de Petições do Parlamento Alemão (Bundestag) para a sugestão de medidas a serem tomadas pelo poder público.

“Trata-se de encontrar novos rumos da democracia representativa, tendo em vista a necessária aproximação entre representante e representado. Isso pressupõe a possibilidade de uma efetiva troca de argumentos dos cidadãos entre si e entre seus representantes para que sejam construídas opções políticas melhores, mais transparentes e mais legítimas”, finaliza Pedro Taques.

midianews

Bonecos representam deputados, senadores, governador e ex-governador.
Manifestantes pretendem queimar estrutura às 12h desta segunda-feira (1º).

judas

Estrutura de madeira montada em frente ao Congresso com bonecos que representam políticos (Foto: Isabella Formiga/G1

Duas pessoas ligadas ao Movimento Brasil Contra a Corrupção (MBCC), de Brasília, montaram uma estrutura em frente ao Congresso Nacional na manhã desta segunda-feira (1º) com 12 bonecos representando políticos. Segundo a dupla, o protesto é um ato contra a corrupção.

Os bonecos de pano representam os seguintes políticos: o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN); os deputados Paulo Maluf (PP-SP), Eduardo Azeredo (PSDB-MG), José Genoino,(PT-SP); o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL); o senador Jader Barbalho (PMDB-PA), o senador José Sarney (PMDB- AP); o ex-senador Demóstenes Torres (em partido); os ex-ministros José Dirceu e Antonio Palocci; o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (sem partido); e o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB).

Os organizadores do protesto batizaram a manifestação de “Santa Ceia do Crime” e disseram que o objetivo é combater os “apóstolos do mal”. A estrutura deve ser queimada às 12h

G1

medo

O presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB), resolveu se blindar. O peemedebista não vai esperar o alvo Marco Feliciano (PSC) se esgotar, antes já tratou de adquirir um carro blindado para transitar em Brasília. De acordo com Felipe Patury, colunista da revista Época, revelou que por meio de um pregão eletrônico, Calheiros vai alugar três Azera zero quilômetro, um deles à prova de balas.

Venceu a gaúcha Rural Rental Service, que receberá R$ 229 mil pelo serviço. O contrato prevê a substituição dos automóveis a cada dois anos. Isso sugere que ele será prorrogado. Em 2011, o Senado trocou os veículos de todos os parlamentares. Procurada, a Casa informou que o aluguel do veículo blindado e de outros dois sem a mesma proteção “visa complementar a frota para atender o representante máximo do Poder Legislativo”

BNEWS

alvo

Todo ano a família escolhe um ‘homenageado’ para malhar Judas. Tradição vem dos anos 40, e reúne parentes do Amazonas e de Roraima

“Qualquer semelhança com pessoa viva ou morta é mera coincidência”, diz o patriarca da família Ildemar Coutinho. Todo ano a tradição é renovada, e os membros mais antigos da família escolhem um “homenageado”, que geralmente é um político e amarram o boneco num poste em Boa Vista (RR). Esse ano o escolhido foi o senador Renan Calheiros (PMDB-AL). O boneco é chamado de Ranan.

Segundo Coutinho, o motivo foi a forma como o político voltou à presidência do senado no início de 2013, cinco anos após ter renunciado ao cargo por suspeitas de irregularidades. “O povo brasileiro ficou indignado”.

Para ele, a malhação de Judas também é um momento de chamar atenção para problemáticas sociais. “O boneco que mais fez sucesso foi o ‘Judas Gafanhoto’, na época do escandalo dos Gafanhotos, como ficou conhecido o esquema de fraude de folha de pagamento em Roraima.

Para Isonete Coutinho, tudo não passa de uma brincadeira para reunir a família. “Mais tarde, vamos entregar Judas para as crianças o malharem”, explica.

A tradição dos Coutinho vem desde os anos 40, quando ainda residiam em Manaus/AM. E vem de lá o boneco que foi confeccionado por um artista plástico amazonense. “Ainda comprei um paletó novinho pro Ranan”, brincou Ildemar.

Jornal Extra Alagoas

bruxo1

O mundialmente famoso bruxo Chik Jeitoso de Curitiba, levantou polêmica mais uma vez. No sábado que antecede a páscoa, o bruxo resolveu “malhar” os que ele considera judas da política brasileira. Um boneco do presidente do senado Renan Calheiros (PMDB-AL) e outro do deputado Marcos Feliciano (PSC-SP) foi montado pelo macumbeiro e após o ritual sagrado, foram queimados.

Chik Jeitoso aproveitou também para fazer o mesmo com Wilson Picler (PDT-PR) e Ricardo Mac Donald, um dos grandões na Prefeitura de Curitiba.

Diário do Estado

Deixe um recado de apoio a Pedro Taques:
https://www.facebook.com/pedrotaques

TAQUES NA LINHA DE FRENTE DA OFENSIVA ANTI-RENAN

Lá vem bomba!

A ofensiva dos senadores anti-Renan Calheiros deverá ganhar forma e conteúdo a partir da semana que vem: o grupo vai se reunir na quarta-feira, na casa de Cristovam Buarque, para finalizar um documento redigido por Pedro Taques.

O texto exigirá que o presidente do Senado remeta à Procuradoria-geral da República qualquer denúncia contra parlamentares que chegue à Casa, a exemplo do que ocorreu com os supostos contra-cheques do chamado mensalinho amapaense, do qual Renadolfe Rodrigues foi acusado de participar.

Concluído o documento, os adversários de Renan vão começar a colher assinaturas e tentar protocolá-lo no Senado. Mas essa é só uma parte da estratégia.

Em seguida, o grupo vai apresentar uma notícia-crime contra Renan baseada na reportagem de O Estado de S.Paulo, mostrando que os Calheiros investiram 300 000 reais numa empresa que funcionou por apenas um ano.

O Senador Pedro Taques, após campanha iniciada pela página do facebook https://www.facebook.com/EuQueroORenanFora , está recebendo em sua página do facebook https://www.facebook.com/pedrotaques centenas de mensagens de apoio da população em sua ofensiva para tirar Renan Calheiros da Presidência do Senado. Estamos com você Senador Pedro Taques, não decepcione o povo brasileiro que lhe presta TOTAL apoio neste processo de botar o Renan Calheiros em seu devido lugar: O olho da Rua. Renan não representa o povo brasileiro!

Abaixo segue alguns prints de mensagens de apoio que o senador Pedro Taques está recebendo em sua página do Facebook:

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DEIXE UMA MENSAGEM DE INDIGNAÇÃO NA PÁGINA DO SENADOR LINDBERG FARIAS
https://www.facebook.com/lindbergnarede

O senador Lindbergh Farias (PT – RJ) foi um dos que ajudou Renan Calheiros a ser presidente do Senado mesmo com o Brasil inteiro clamando “Fora Renan!”. Lindbergh votou nele, pediu votos para Renan, ria das suas piadas, dava tapinhas no ombro, enfim bajulava-o de todas as formas.

Aliás, como mudou esse rapaz. Ele que foi líder dos “caras pintadas” pedindo o impeachment de Collor, hoje diverte o PRÓPRIO com suas piadas levando-o às gargalhadas e também o bajulando. Como mudou Lindbergh!

Vamos lá, faça sua parte, questione o Senador Lindberg do porque do apoio ao ficha imunda Renan Calheiros.

Como já era esperado, o Senador ocultou da sua página os comentários, mas antes dele fazer isso nós printamos várias páginas com os comentários deixados pelos cidadãos indignados pelo fato dele ter ajudado a colocar o ficha SUJA do Renan Calheiros na presidência do Senado.

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Uma manifestação contra o presidente do Senado, Renan Calheiros, interditou parte da Avenida Paulista, na altura do Masp, em São Paulo.

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http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/sp-manifestacao-contra-renan-calheiros-interdita-parte-da-paulista,5b3581cbba89d310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

rapidez no processo (1)

Um grupo de senadores considerados adversários do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), vai pedir ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, para acelerar o julgamento de denúncia contra o peemedebista. Os senadores estão irritados com o que chamam de “ofensiva” de Renan contra o grupo.

A gota d”água foi o envio, pelo presidente do Senado, de petição contra os senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e João Capiberipe (PSB-AP) à Procuradoria-Geral da República na semana passada. 

Os dois foram contrários a eleição do peemedebista para o comando da Casa. Randolfe também é considerado “líder” da chamada bancada “ética” do Senado “Está em curso uma ofensiva contra senadores que são opositores declarados do senador. Vamos procurar o ministro Barbosa para termos uma reposta do Supremo”, disse Randolfe.

O grupo também vai cobrar postura semelhante de Renan em denúncias que envolvam outros senadores, incluindo seus aliados: que todas sejam encaminhadas à procuradoria.

Em fevereiro, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, denunciou Renan pelos crimes de peculato, falsidade ideológica e utilização de documentos falsos.

Por meio de sua assessoria, Renan negou que tenha dado início a uma ofensiva contra o grupo de senadores. O presidente do Senado também disse ser favorável ao julgamento “rápido” das ações que tramitam no STF. “O maior interessado no esclarecimento disso tudo sou eu”, afirmou via assessoria. (Folhapress)

bomba

Lá vem bomba

A ofensiva dos senadores anti-Renan Calheiros deverá ganhar forma e conteúdo a partir da semana que vem: o grupo vai se reunir na quarta-feira, na casa de Cristovam Buarque, para finalizar um documento redigido por Pedro Taques.

O texto exigirá que o presidente do Senado remeta à Procuradoria-geral da República qualquer denúncia contra parlamentares que chegue à Casa, a exemplo do que ocorreu com os supostos contra-cheques do chamado mensalinho amapaense, do qual Renadolfe Rodrigues foi acusado de participar.

Concluído o documento, os adversários de Renan vão começar a colher assinaturas e tentar protocolá-lo no Senado. Mas essa é só uma parte da estratégia.

Em seguida, o grupo vai apresentar uma notícia-crime contra Renan baseada na reportagem de O Estado de S.Paulo, mostrando que os Calheiros investiram 300 000 reais numa empresa que funcionou por apenas um ano.

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/congresso/agora-e-a-sua-vez/

injustiça

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Quando os politicos e os criminosos de colarinho branco roubam milhões, eu não vejo uma avenida inteira se mobilizando para impedir. Não vejo as pessoas correndo na rua para tentar pegar o ladrão, mas quando um miserável tenta conseguir comida, no caso um pacote de bolacha (deve ser horrivel passar fome a ponto de precisar roubar) a população vai atrás como se fosse a caça de um animal que precisa ser abatido. Não que eu apoie que roubem os mercados, mas acho injusto a questão dos valores que estão por detrás da ”justiça” e “lei” que regem esse país.

Esse homem foi preso e pego assim por que simplesmente ele era POBRE.

Renan Calheiros, apresentou, ao Senado da República, notas frias e documentos falsificados para justificar a origem dos recursos que o lobista de uma grande empreiteira entregava, em dinheiro vivo, à sua ex-amante e mãe de sua filha, a título de pensão. Desviou R$ 44,8 mil do Senado, nesse caso, também usou notas frias para justificar o desfalque nos cofres públicos. Cometeu os criimes de peculato, falsidade ideológica e uso de documentos falsos e com todo esse currículum de dar inveja a muito bandido PHD no crime ainda assumiu a Presidência do Senado e está LIVRE, LEVE E SOLTO!

Justiça no Brasil é assim!

http://maumaudorninger.wordpress.com/tag/homem-preso-por-roubar-comida/

VERONICA CALHEIROS
Mulher de Renan Calheiros lucra 69% (R$ 200 MIL) em 4 meses! ISSO QUE É EFICIÊNCIA!!!!!

Novo documento obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo revela que a Tarumã Empreendimentos Imobiliários Ltda., a “empresa relâmpago” do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), distribuiu R$ 200 mil de lucro para Maria Verônica Calheiros, mulher do senador, apenas quatro meses após a artista plástica injetar R$ 290 mil em seu capital. Um lucro de 69% – na época, a taxa básica de juros era de 12,5% ao ano.

Sem nenhuma operação registrada, a Tarumã encerrou suas atividades em 16 de novembro de 2011, nove meses após ser registrada na Junta Comercial do Distrito Federal. Com o fim da Tarumã, Verônica recebeu R$ 498.284 em lucro e na restituição do investimento. Dois filhos do casal, Rodolfo e Rodrigo, também sócios na empresa, receberam R$ 833 cada.

Considerado alto por especialistas em lavagem de dinheiro, o lucro líquido obtido em tão pouco tempo coloca sob suspeita as operações financeiras e contábeis da empresa – que, em menos de um ano, movimentou ao menos R$ 500 mil. Aberta depois das eleições de 2010, a Tarumã teria funcionado em uma sala no Lago Sul de Brasília.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, está desde a semana passada mergulhado na análise das atividades da empresa. Às vésperas da eleição para o Senado, Gurgel denunciou Renan Calheiros ao Supremo Tribunal Federal (STF) por peculato, falsidade ideológica e uso de documentos falsos.

O inquérito está, atualmente, no gabinete do ministro Ricardo Lewandowski. Renan, que prega a transparência desde que assumiu a Casa pela segunda vez, se nega a esclarecer as atividades da Tarumã, alegando sempre se tratar de atividade privada.

O contrato social da empresa registrado na Junta Comercial do Distrito Federal prevê a exploração de empreendimentos imobiliários, como locação, compra e venda de imóveis próprios e participações societárias. No entanto, não foram localizados imóveis ou corretores registrados em nome da empresa ou de nenhum de seus sócios.

A empresa foi registrada em 22 de fevereiro de 2011 em nome do senador e de seus dois filhos. Cinco meses após a constituição, Renan deixou a sociedade e deu lugar à esposa, que turbinou o capital da empresa de R$ 10 mil para R$ 300 mil.

Sem renda fixa e casada em comunhão parcial de bens, Verônica Calheiros integralizou em “moeda corrente” o valor de R$ 290 mil no capital da empresa em 21 de julho de 2011. Quatro meses mais tarde, a Tarumã encerrou suas atividades. A extinção foi registrada na Junta Comercial do Distrito Federal em 16 de novembro de 2011.

A última declaração de bens pública apresentada pelo senador informa que ele tem um patrimônio de R$ 2,1 milhões. Na declaração ele menciona um apartamento em Maceió, uma casa em Barra de São Miguel e R$ 3 mil em contas bancárias.

A operação foi assistida por Bruno Mendes, advogado e assessor comissionado de Renan no Senado. Mendes tornou-se figura conhecida em 2007, depois de aparecer associado ao escândalo de empreiteiras que, a pedido do parlamentar, bancavam despesas da jornalista Mônica Veloso, com quem Renan tem uma filha. Bruno se negou a esclarecer as atividades da Tarumã.

Evolução de renda – Nas investigações feitas pelo Conselho de Ética do Senado, laudos da Polícia Federal e dados da Receita Federal atestavam a incapacidade financeira do senador e de seus familiares diante da evolução patrimonial registrada nas declarações de imposto de renda. Os sinais, segundos os investigadores, eram de patrimônio descoberto. As contas sugeriam que, com os recursos que alegava possuir, o senador não teria como pagar despesas pessoais e mais os valores repassados à jornalista Mônica Veloso.

Em nota divulgada no dia 12 de março, após a publicação da reportagem pelo Estado, o presidente do Senado informou que “todos os aspectos fiscais e empresarias dos contribuintes Renan sua esposa e seus filhos estão devidamente registrados perante os órgãos oficiais de controle.” Sobre a denúncia do procurador-geral da República, o presidente do Senado afirma ser o maior interessado no “desenlace” da questão.

http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/politica/noticia/2013/03/20/mulher-de-renan-calheiros-lucra-69_porcento-em-4-meses-406839.php

GURGEL

Para Gurgel, está provado que Renan não podia pagar a pensão

A Procuradoria-Geral da República acusa o senador Renan Calheiros (PMDB) pelos crimes de peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso, de acordo com uma reportagem da revista Época. A publicação diz ter tido acesso à denúncia que procurador-geral, Roberto Gurgel, fez ao Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com o procurador, Renan apresentou notas fiscais frias e documentos falsificados para justificar a origem de recursos que recebia do lobista Cláudio Gotijo, da empreiteira Mendes Júnior, para pagar, em dinheiro vivo, a pensão de sua filha com a jornalista Mônica Veloso. Em 2007, ele renunciou à presidência do Senado devido ao escândalo.

Está provado, finalmente, que Renan não tinha condições financeiras de arcar com a pensão – e que não fez, de fato, esses pagamentos à mãe de sua filha. De quebra, descobre-se na denúncia que Renan desviou R$ 44,8 mil do Senado. Nesse caso, também usou notas frias para justificar o desfalque nos cofres públicos, disse Gurgel, de acordo com a Época.

A denúncia está com o ministro Ricardo Lewandowski desde segunda-feira, dia 28, que deve encaminhar aos colegas do STF o voto favorável ou contrário. Chegando ao Senado para a escolha do novo presidente, Renan não quis comentar a acusação.

http://pop-news.jusbrasil.com.br/politica/103928000/renan-calheiros-desviou-r-44-8-mil-do-senado-diz-gurgel

2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013. STF, QUANTOS ANOS MAIS O POVO BRASILEIRO VAI ESPERAR PELO JULGAMENTO DO RENAN CALHEIROS????

Joaquim Barbosa1

Aliado em potencial

O grupo de senadores que trabalha para ver Renan Calheiros pelas costas já definiu o primeiro front. No jantar na casa de Jarbas Vasconcelos, ontem à noite , Pedro Simon, Pedro Taques, Ana Amélia, Randolfe Rodrigues, Armando Monteiro decidiram que irão procurar Joaquim Barbosa.

Na pauta, apenas um pedido: dar celeridade à análise da denúncia em que Roberto Gurgel acusa Renan de ter apresentado notas fiscais frias durante o processo que lhe custou o mandato, em 2007. Como se sabe, Ricardo Lewandowski é o relator do inquérito gerado pela denúncias de Gurgel.

Coluna Radar – veja Online

DILMA APOIA COLLOR E RENAN

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A presidente Dilma Rousseff elogiou, nesta quarta-feira, 13, o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), chamando-o de “parceiro” em entrevista a rádios da Organização Arnon de Mello, de Alagoas, controlada pelo ex-presidente da República. Também não deixou de elogiar o atual presidente do senado Renan Calheiros (PMDB). Ambos dispensam apresentações. E como sempre a opinião pública vale o que para esses políticos? NADA! Nas próximas eleições, vote consciente!

O POVO

dilma presidenta

A presidente discursou durante pouco mais de 26 minutos sob o som de apitos.

A presidente da República, Dilma Rousseff, e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), foram alvo de protestos durante cerimônia hoje em Água Branca, no sertão de Alagoas, a 296 km de Maceió.

Dilma visitou o município para inaugurar um trecho do Canal do Sertão, obra que se arrasta desde 1992. A presidente discursou durante pouco mais de 26 minutos sob o som de apitos.

Manifestantes, que disseram não pertencer a nenhum grupo político, carregavam faixas e cartazes com dizeres como “Dilma, traidora. De oprimida a opressora”, “Dilma, seja bem vinda à terra do coronel”, “Honestamente, nunca se mentiu tanto”.

Os manifestantes também gritavam “Alagoas, pior Estado do Brasil” e “Alagoas, Estado de ladrão”. ”A gente protesta contra essa mentira porque a gente sabe que esse canal vai servir para a agroindústria”, disse o professor José Londe, um dos manifestantes.

Ele fez críticas diretas a Dilma e Calheiros. “Renan Calheiros, que representa Alagoas no Senado é um verdadeiro sanguessuga. Dilma deixou a luta, abraçou o capital internacional e o capital nacional. A Dilma é uma vergonha para o Brasil”, disse o professor, que era apoiado por outros cerca de 15 manifestantes.

O governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), também foi vaiado e pelo menos um dos cartazes era contra ele. “Téo, se o papa conseguiu, você também consegue. Renuncie!!!”.

Protestos também foram realizados antes da chegada da presidente. Duas rodovias foram bloqueadas pela população que pedia a pavimentação de um trecho de BR-316. Em seu discurso, a presidente prometeu pavimentar o trecho da estrada.

Agricultores também protestaram. Eles colocaram cabeças de gado na estrada, na entrada da cidade, e distribuíram um manifesto pedindo o perdão das dívidas que têm com o Banco do Nordeste.

Chico Terra.

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Abramovay (à esq.), da Avaaz, entrega a senadores petição contra Renan Calheiros

Petições atraíram mais de 3 milhões de brasileiros no último ano; organizações internacionais voltam suas atenções ao País.

Dois minutos. Esse é o tempo necessário para acessar um manifesto online, ler os argumentos e se tornar um apoiador. No último ano, mais de 3 milhões de brasileiros agiram dessa forma, e as duas maiores organizações mundiais de abaixo-assinados abriram filiais no País. A novidade piscou no radar da classe política, que ainda tenta aprender como lidar com esse mecanismo de pressão.

Os números são superlativos e devem acompanhar o avanço da banda larga no País – hoje disponível para 30% dos brasileiros. Dois milhões assinaram uma petição para que a Câmara dos Deputados votasse o projeto da Lei da Ficha Limpa. Um milhão e 600 mil colocaram seu nome contra a eleição de Renan Calheiros (PMDB-AL) para presidir o Senado. Recém-eleito para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, o pastor Marco Feliciano (PSC-SC) já é alvo de um manifesto pela sua destituição com 280 mil apoiadores.

O fenômeno virtual desperta desconfiança de setores da sociedade que temem que os abaixo-assinados online consolidem o “ativismo de sofá” e enfraqueçam formas tradicionais de protesto, como intervenções urbanas ou marchas em vias públicas.

Mas, para pesquisadores, a tendência é irreversível: a internet consolidou um novo espaço público para debate e formação de opiniões e, assim como provocou mudanças na cultura e na economia, também provocará transformações na política.

Para Pedro Abramovay, diretor de campanhas da Avaaz, ONG internacional de ativismo online que reúne 20 milhões de apoiadores, sendo 3 milhões brasileiros, o modelo tradicional de democracia representativa, com um voto a cada quatro anos, é insuficiente para dar conta de uma realidade na qual os cidadãos podem se conectar rapidamente em torno de um objetivo comum. “Tenho certeza de que a política nunca mais vai ser a mesma”, afirma.

Abramovay cita como exemplo o ato de compartilhar uma petição no Facebook, para ele um comportamento “profundamente político” na medida em que a pessoa assume uma posição diante de seus amigos e abre espaço para contra-argumentos. “As pessoas passam tanto tempo na internet, ela é uma parte tão importante para nossas vidas, que considero despolitizador dizer que a política feita ali é menos importante”, diz.

Atento ao fenômeno, o parlamento alemão desenvolveu sua própria plataforma oficial para que a população organize abaixo-assinados. Se a petição alcançar 50 mil apoiadores, os deputados são obrigados a discutir o tema. A Casa Branca, nos Estados Unidos, tem sistema parecido, o “We The People”.

Lobby. A Avaaz é financiada por doações voluntárias e se define como uma ONG de defesa do interesse público, e não uma mera plataforma de petições. A entidade deleta abaixo-assinados que ferem seus princípios e aposta suas fichas em outros. Sua força vem da união dos manifestos com uma estrutura azeitada para fazer lobby. “A gente combina esse instrumento de petição online com uma equipe que tem acesso a parlamentares, que sabe fazer isso”, diz Abramovay, ele mesmo um conhecedor dos meandros de Brasília: foi ex-secretário nacional de Justiça do governo Lula.

Na campanha contra Calheiros, a Avaaz visitou gabinetes de senadores e contratou uma pesquisa do Ibope, que apontou que 74% dos brasileiros seriam favoráveis à renúncia do alagoano.

Os pastores Silas Malafaia e Feliciano já avisaram que vão processar a ONG após terem petições a seu favor bloqueadas pela entidade. Contrariado, Feliciano organizou um manifesto em seu próprio site e reuniu 150 mil apoiadores. “Isso mostra que nossa atuação tem tido um efeito político grande”, diz Abramovay.

Alternativa. Concorrente da Avaaz, a Change.org tem 23 milhões de usuários no mundo – sendo 400 mil brasileiros – e abriu seu escritório no País em outubro. A entidade não deleta petições, permite que duas campanhas com objetivos opostos coexistam na plataforma e afirma não fazer lobby.

“Não cabe à nossa equipe julgar o que é relevante ou não. Nossa política é confiar na transparência, para o bem e para o mal”, afirma a diretora de campanhas Graziela Tanaka.

A organização é financiada pela venda de espaço em seu site para quem busca dar maior visibilidade à sua campanha, modelo similar ao adotado por Google ou Facebook.

Em dezembro, o Ministério Público do Estado de São Paulo hospedou na Change.org um dos primeiros abaixo-assinados promovidos por uma instituição pública no País. O manifesto, contrário à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37, que retira o poder de investigação criminal dos promotores, obteve 40 mil assinaturas.

“Se não atingir a imagem do político, ele não vai se mexer. Nesse ponto, os abaixo-assinados podem ter êxito”, afirma o professor Jorge Machado, coordenador do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação da USP.

Ele alerta, no entanto, que as campanhas online tendem a cair no esquecimento com facilidade, pois estão intimamente ligadas ao impacto de uma notícia. “É diferente do que levar dois ônibus de manifestantes para a Câmara. Mas uma não exclui a outra”, afirma.

Legislação. O senador Pedro Taques (PDT-MT) anunciou que apresentará, nos próximos dias, uma PEC para incorporar as petições online ao processo legislativo.

Batizado de Medida de Urgência Popular, o mecanismo pretende impor regime de urgência a projetos de lei que tiverem o apoio de um porcentual do eleitorado – o número exato ainda não foi definido.

“Precisamos criar um login cidadão para que as pessoas possam participar”, diz Taques. Segundo ele, a Justiça Eleitoral seria responsável pelo desenvolvimento de um sistema online que garanta a autenticidade das petições.

Estadão

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Se Renan Calheiros acreditava que, uma vez eleito presidente do Senado, teria trégua de seus opositores, agora já pode tirar o cavalinho da chuva.

Um grupo de aproximadamente dez senadores anti-Renan vai se reunir esta semana, provavelmente amanhã, na casa de Jarbas Vasconcelos.

À mesa, claro, estratégias para voltar a criar problemas ao inimigo.

Lauro Jardim, para VEJA

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[RIO DE JANEIRO] Hoje 11/03 ás 17h, o Rio de Janeiro estará fazendo mais uma manifestação pedindo a expulsão do Renan Calheiros do Senado Federal. Dessa vez o ato está programado pra sair das escadarias da Câmara Municipal na Cinelândia em direção a sede do PMDB-RJ!

Vamos!!! Chame os amigos, chame todos, é hora de lutar pelo nosso país, é hora de sair do comodismo!

Link da manifestação no Facebook:

O senador Lindbergh Farias (PT – RJ) mais uma vez revela seu lado hipócrita ao reclamar do presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB – AL). Ora, Lindbergh foi um dos que ajudou Renan Calheiros a ser presidente do Senado e consequentemente do Congresso, mesmo com o Brasil inteiro clamando “Fora Renan!”. Lindbergh votou nele, pediu votos para Renan, ria das suas piadas, dava tapinhas no ombro, enfim bajulava-o de todas as formas. Agora quem deve estar rindo da cara de Lindbergh é Renan Calheiros.

Aliás, como mudou esse rapaz. Ele que foi líder dos “caras pintadas” pedindo o impeachment de Collor, hoje diverte o senador com suas piadas levando-o às gargalhadas e também o bajulando. Como mudou Lindbergh!

Aliás, querem uma boa, o senador Lindbergh que nunca foi evangélico está hoje numa convenção de pastores em Paty do Alferes, interior fluminense, fingindo que é o que não é.

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Lindbergh ri do que Renan disse, e faz rir o senador Fernando Collor (PTB – AL)

Fonte

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Mônica Velloso (Foto: Lula Marques / Folhapress)

A apresentadora Mônica Veloso apelou novamente aos Tribunais. Há seis anos, Mônica abriu uma disputa com o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) em torno da pensão da filha de ambos. Isso acabou por levar Renan à renúncia da presidência do Senado, cargo que voltou a ocupar em fevereiro. Em ação protegida por segredo de Justiça, Mônica cobra do Senado R$ 80 mil, valor que se refere à participação da filha nos 14o e 15o salários do pai, duas benesses extintas pelo Congresso há dez dias. Mônica move uma causa mais polpuda contra a TV Alterosa, onde estrelava o programa Vrum. Na renovação do contrato, em junho de 2012, seu salário foi cortado à metade. Ela não aceitou. Reclama direitos trabalhistas e participações em merchandising. A conta chega a R$ 2 milhões.

Época

estudante mineiro em greve de fome contra renan calheiros

#OpForaRenanCalheiros #OcupaBrasil #OcupaCongresso Evento:

https://www.facebook.com/events/215217341954476/?ref=3

O estudante mineiro Jorge Luiz, natural de Boa Esperança-MG, se encontra acampado em Brasília em frente ao Congresso Nacional, em greve de fome protestando pela permanência de Renan Calheiros, na presidência do Senado.

Jorge Luiz, pede a renuncia de Renan Calheiros, que em 2007,renunciou a presidência do Senado após denúncias de que suas contas pessoais eram pagas com dinheiro de propina de lobistas,renuncia esta que impediu sua cassação. Em 2012 Calheiros foi novamente eleito senador, e agora em votação secreta 56 senadores votaram em seu nome para presidente do Senado, instituição que deveria zelar pela ética e pela moral, mas que infelizmente tem se mostrada uma instituição fraca que se curva aos jogos e acordos políticos, tão comuns em nosso país e que tanto favorecem a corrupção e a impunidade.

Jorge Luiz, está desde terça-feira (05.03.13) sem se alimentar, bebendo apenas água e espera que seu protesto tenha efeito no sentido de ajudar a retirar da presidência esta pessoa que não possui condições morais para exercer tal função, esperando ainda que seu gesto contribua para o combate a corrupção em nosso país e para a conscientização do brasileiro, para o fato de que é preciso lutar por uma política mais limpa e mostrar sua indignação frente aos desmandos políticos de nosso país.

renan cacheiros rejeição

Renan Calheiros na presidência do Senado não agrada à maioria dos brasileiros, aponta pesquisa

Senador é alvo de diversas manifestações favoráveis à sua saída da Casa

Para 74% dos brasileiros, os senadores deveriam exigir a renúncia de Renan Calheiros da presidência do Senado. Entre as pessoas com nível superior, este número sobre para 88%. As informações são de um levantamento realizado pelo Ibope a pedido de uma rede de campanhas mundiais.

O parlamentar, que renunciou em 2007 após se envolver em diversas denúncias de corrupção, caso que ficou conhecido como Renangate. À época, ele foi acusado de receber ajuda financeira de lobistas ligados a construtoras para o pagamento de benefícios pessoais, como a pensão de uma filha que teve fora do casamento com a jornalista Mônica Veloso.

Ao serem perguntados se mudariam de voto caso soubessem que o senador que elegeram votou em Renan para a presidência da Casa, 50% das pessoas disseram que sim. Em contrapartida, 16% relatou que não mudaria sua escolha.

Com o resultado do pleito, 63% das pessoas entrevistadas apontaram que não apoiam o voto secreto para a eleição do presidente do Senado.

A pesquisa foi realizada com 1.000 pessoas entre os dias 2 e 3 de março em diversas regiões do Brasil. Os contatos foram realizados por meio de ligações telefônicas.

R7

Todos do Rio de Janeiro!! 

Hoje, em poucas horas teremos o:

***HARLEM SHAKE / FORA RENAN***

TEM QUE ESTAR FANTASIADO!!
MEIO DIA!!
PARTICIPEM!

Av. Presidente Vargas, esquina com a Rio Branco.

https://www.facebook.com/events/456463274420810/

GREVE DE FOME RENAN CALHEIROS

#OpForaRenanCalheiros #OcupaBrasil #OcupaCongresso

Evento:https://www.facebook.com/events/215217341954476/?ref=3

ESTUDANTE SUL MINEIRO FAZ GREVE DE FOME PROTESTANDO CONTRA RENAN CALHEIROS NA PRESIDÊNCIA DO SENADO

O estudante mineiro Jorge Luiz, natural de Boa Esperança-MG, se encontra acampado em Brasília em frente ao Congresso Nacional, em greve de fome protestando pela permanência de Renan Calheiros, na presidência do Senado.

Jorge Luiz, pede a renuncia de Renan Calheiros, que em 2007,renunciou a presidência do Senado após denúncias de que suas contas pessoais eram pagas com dinheiro de propina de lobistas,renuncia esta que impediu sua cassação. Em 2012 Calheiros foi novamente eleito senador, e agora em votação secreta 56 senadores votaram em seu nome para presidente do Senado, instituição que deveria zelar pela ética e pela moral, mas que infelizmente tem se mostrada uma instituição fraca que se curva aos jogos e acordos políticos, tão comuns em nosso país e que tanto favorecem a corrupção e a impunidade.

Jorge Luiz, está desde terça-feira (05.03.13) sem se alimentar, bebendo apenas água e espera que seu protesto tenha efeito no sentido de ajudar a retirar da presidência esta pessoa que não possui condições morais para exercer tal função, esperando ainda que seu gesto contribua para o combate a corrupção em nosso país e para a conscientização do brasileiro, para o fato de que é preciso lutar por uma política mais limpa e mostrar sua indignação frente aos desmandos políticos de nosso país.

Nas regiões Nordeste, Norte e Centro-oeste, rejeição ao presidente do Senado é ainda maior
População reprova voto secreto para a presidência do Senado

RIO — Alvo de crescentes protestos que pedem a sua renúncia, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), está com o prestígio em baixa junto à opinião pública. De acordo com pesquisa encomendada pela rede de campanhas globais Avaaz ao Ibope, que ouviu mil pessoas entre os dias 3 e 4 de março, 74% dos brasileiros gostariam que o Senado exigisse a renúncia de Calheiros da presidência do órgão, e há um grave comprometimento da imagem de quem se associa ao parlamentar: 68% dos entrevistados disseram que provavelmente não votariam em um senador caso descobrissem que ele apoia o peemedebista.

Eleito em janeiro para suceder José Sarney (PMDB-AP), Calheiros voltou ao cargo que exerceu entre fevereiro de 2005 e dezembro de 2007, quando renunciou em meio a denúncias de que teria utilizado recursos de um lobista para pagar a pensão de uma filha de fora do casamento. No mês passado, foi denunciado pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ao Supremo Tribunal Federal (STF) por peculato (desvio de dinheiro público, 2 a 12 anos de cadeia), falsidade ideológica (1 a 5 anos) e uso de documento falso (2 a 6 anos).

Em fevereiro, uma petição online que pedia o impeachment do senador foi entregue ao líder de cada partido da Casa com 1,6 milhão de assinaturas. Ao comentar os protestos, o senador insinuou a existência de preconceito das regiões Sul e Sudeste ao dizer que sempre que a presença de um nordestino em uma posição de destaque da república causa grande insatisfação. No entanto, o levantamento mostra que a rejeição a seu nome é geral: 75% dos entrevistados das regiões Norte, Nordeste e Centro-oeste querem que ele renuncie.

Para o advogado Pedro Abramovay, diretor de campanhas da Avaaz, autora da petição, a pesquisa mostra que a insatisfação com Renan Calheiros pode criar embaraços para o governo federal.

— Essa pesquisa mostra que a onda de oposição contra Renan Calheiros está crescendo e se transformando em uma tsunami. Chegou a hora de os senadores forçarem a renúncia de Renan antes que essa enchente de indignação da opinião pública danifique ainda mais a reputação do governo e sua funcionalidade — afirma.

O levantamento comprova ainda o incômodo da população com a falta de transparência do Senado: 64% não apoiam o sistema secreto de votação para a presidência do órgão, e 56% consideram inválida a eleição porque muitos senadores se recusaram a admitir em público em quem votaram.

— A Câmara dos Deputados e o Senado Federal utilizam esse mecanismo de voto secreto, que é inconstitucional. As casas não podem utilizar votação secreta para a definição de seus presidentes, fazem isto com base no regimento, mas precisaria haver uma indicação constitucional para isto — conclui.

O GLOBO

Na sessão da Câmara Municipal de São João da Barra desta quinta-feira, 07, os vereadores fizeram uma moção de repúdio ao Presidente do Congresso Renan Calheiros. Conforme a moção, diversos deputados e senadores representantes dos estados de São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro se revoltaram com a forma que o senador Renan Calheiros conduziu a sessão do Congresso Nacional, na qual foram derrubados os 142 vetos da presidenta Dilma Rousseff ao projeto de lei da nova distribuição dos royalties do petróleo.

O vereador Kaká afirmou ficar inviável governar sem os royalties do petróleo. “Estamos correndo com o complexo portuário para termos condições de produzir receita própria”.

E ainda acrescentou que todos os projetos sociais terão de ser cancelados. “Sou da oposição, mas me uno ao Governo nesta situação. Renan Calheiros cometeu várias arbitrariedades. Ele não deu voz a vários deputados e senadores que representavam os estados produtores”.

O presidente da câmara, Aluízio Siqueira, declarou ser muito complicada esta situação. “Hoje a limpeza é de alta qualidade. O interior não era atendido nem com a coleta de lixo”. Ainda citou outros benefícios garantidos com a verba dos royalties como a subvenção de clubes. Na área social, bolsas de estudos, aluguel social, cartão cidadão. Na saúde, exames de alta complexidade, internações em UTI’s particulares e convênios com hospitais de Campos. Na obras de infraestrutura, fornecimento de água potável encanada, esgoto. “Royalties não é imposto, é compensação social e ambiental pelos danos causados pela exploração do recurso natural”, acrescentou.

Alex Firme também participou do ‘debate’ e afirmou que esta decisão vai levar a falência o nosso município. “Eu espero que o Superior Tribunal Federal (STF) tombe esta decisão”.

SJB ONLINE

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Deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ) entra com outros parlamentares, na noite desta quinta-feira 7, com  liminar no STF contra votação no Congresso que pulverizou os recursos dos royalties do pré-sal; “Novo veto da presidente Dilma não poderia ter sido votado diretamente, isso feriu diretos dos parlamentares”, disse ele; “Renan foi truculento e autoritário como nunca vi em três mandatos aqui”; decisão será do ministro Luiz Fux; deputado do PSD de Goiás avisou que votação transcorria de forma irregular; “Desse jeito, pode ser anulada”, disse Armando Vergílio, durante a sessão

247 – A batalha dos políticos do Rio contra a perda dos royalties do pré-sal ainda está longe de acabar. “Os direitos dos parlamentares foram feridos na votação autoritária e truculenta conduzida ontem por Renan Calheiros”, disse ao 247 o deputado Leonardo Picciani, do PMDB fluminense. “O texto do novo veto da presidente Dilma não poderia ter ido a votação, como aconteceu, sem antes passar por uma comissão. Isso boicotou direitos subjetivos”. O pedido de liminar dever ser avaliado dentro de 48 horas, provavelmente pelo ministro Luiz Fux.

Picciani não teme que o pedido de liminar suscite, mais uma vez, a discussão sobre interferência do Poder Judiciário sobre o Legislativo. “Este é um caso de legalidade, não passa pela sobreposição de prerrogativas”, acredita Picciani. “O que há é que Renan Calheiros não pode ser o dono do Congresso, porque ele é apenas o presidente do Congresso, e como tal tem de respeitar o regimento e as regras da Casa. Não está acima delas”, completou. “Ele cortou microfones, impediu questões de ordem, desrespeitou o regimento. Ele não pode agir assim”, resumiu. “Não tem esses direitos”.

Um dos mais ativos participantes dos debates que se estenderam pela madrugada de ontem, e terminaram com a votação que derrubou o veto da presidente Dilma Rousseff contra a pulverização dos recursos dos royalties do petróleo, Picciani viu diante de si “uma verdadeira bagunça”. “Eu mesmo, que não votei em protesto, estou checando para ver se meu nome não aparece na lista dos que votaram”, adiantou.

Ele lembrou de uma observação feita durante a votação no Congresso pelo deputado Armando Vergílio, do PSD de Goiás, alertando Renan Calheiros para os problemas durante a votação. “Não há lista de votação nem garantia de que um parlamentar esteja depositando apenas um voto na urna, porque nem as cédulas estão sendo controladas”, alertou Vergílio, sem que Renan tivesse lhe dado atenção. Para o deputado Picciani, a reclamação é emblemática do que aconteceu. “Esse parlamentar provavelmente não votou com a posição do Rio, mas ele mesmo viu que aquilo foi uma bagunça totalmente irregular”, frisou. “Nossa liminar que apenas devolver nossos direitos, que foram ultrapassados por Renan. Se ele queria ganhar com a maioria de votos que tinha, deveria ter conduzido a votação com lisura, não precisava ter agido daquela maneira”, concluiu.

FONTE: BRASIL247

Deputada Clarissa Garotinho tenta anular homenagem dada pela Alerj.
Medalha Tiradentes foi dada em 2006 a pedidos de Iranildo Campos.

A deputada Clarissa Garotinho (PR) tenta cancelar a homenagem dada a Renan Calheiros em 2006 pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), depois que a sessão comandada pelo presidente do Senado, no início da manhã desta quinta (7), causou a derrubada do veto da presidente Dilma Roussef à Lei dos Royalties. A decisão do Congresso pode causar perdas ao estado de até R$ 72 bilhões.

Em 2006, Calheiros recebeu a medalha Tiradentes da Alerj a pedido do deputado Iranildo Campos. Segundo o site da Alerj, esta é a mais importante comenda do estado. Ela pode ser dada a duas pessoas, por ano, por cada um dos 70 deputados.

“Renan é inimigo do Rio de Janeiro. Ele não é digno de receber homenagens da Alerj. Querem distribuir riquezas, eu acho justo. Que o Congresso não seja covarde e faça a reforma tributária. Tirar os Royalties do Rio, além de injusto é inconstitucional!”, afirmou Clarissa em nota.

Suspensão de pagamentos
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, suspendeu todos os pagamentos do estado, com exceção dos feitos aos servidores. A decisão foi divulgada em nota na tarde desta quinta-feira (7). O Governo do estado afirma que a suspensão vale até ser divulgada a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a inconstitucionalidade da lei aprovada pelo Congresso, que rejeitou os vetos da presidenta Dilma Rousseff quanto à redistribuição dos royalties.

A derrubada de todos os vetos da presidente Dilma à nova Lei dos Royalties ocorreu em sessão tumultuada na noite desta quarta (6). O resultado saiu de madrugada, após contagem das cédulas. Estavam em análise 142 dispositivos vetados, com votação de cada parlamentar sobre cada um deles. Todos foram rejeitados. Segundo a secretaria-geral da Mesa, o veto com a menor rejeição teve 349 votos e aquele com a maior rejeição, 354. No Senado, foram 54 votos pela rejeição, sete pela manutenção, um voto nulo e uma abstenção.

De acordo com o governador, a perda de receita dos royalties representará o “caos” para o estado. “Não consigo compreender o que leva a se tomar uma decisão dessa, que não resolverá o problema de nenhum estado ou município, e leva à falência um governo de estado e muito de suas prefeituras, porque 87% delas recebem esses recursos e diria que, para a metade dessas prefeituras, esses recursos são muito significativos”, declarou.

G1

É HOJE. DIVULGA, TAS!

Não podemos continuar ignorados pela mídia. Vamos conquistar nosso espaço pressionando quem pode levar o caso ao ar!

Hoje às 22h vamos todos twittar ao mesmo tempo: “A gente cansou dessa palhaçada @marcelotas, você não? #forarenan no CQC”

Precisamos reunir todos, compartilhe!

TAZO

cara de pau renan calheiros

Em matéria de desfaçatez, poucos se igualam ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Com a maior cara-de-pau, ele usou a propaganda partidária do PMDB, veiculada anteontem no rádio e na TV, para se projetar e elogiar a si próprio, dizendo que “nada é maior” do que a vontade dele de acertar.

Como se sabe, o peemedebista tem um currículo marcado por denúncias de irregularidades, que o levaram a deixar a presidência da Casa em 2007, para evitar ter o mandato cassado. Apesar disso, conseguiu o apoio do PT e do governo para voltar a presidir o Senado.

Agora, a maior piada foi vê-lo defender a liberdade de expressão nas redes sociais, porque desde que assumiu o cargo, uma campanha pede para que ele renuncie. Uma petição na internet já reuniu mais de 1,6 milhão de assinaturas com esse fim, mas ele finge que não se incomoda.

Além de Renan, outros 15 peemedebistas estrelaram os dez minutos de propaganda. Houve pelo menos uma ausência importante: a do deputado Gabriel Chalita, que, no ano passado, foi o candidato da sigla à Prefeitura de São Paulo.

Nesta semana, Chalita foi acusado de receber propina quando era secretário estadual da Educação. Por conta das denúncias, o deputado teria sido descartado pelo Planalto de assumir uma pasta no governo federal.

Traduzindo tudo isso: ao contrário de Renan, pelo menos Chalita mostra ter algum pudor.

Tribuna da Imprensa

Para militante, ‘não dá para ser contra ele enquanto ele não for julgado’.
Senador foi denunciado no STF; na internet, 1,6 milhão querem sua saída.

Na contramão de vários protestos nas ruas e na internet, militantes do PMDB aclamaram na tarde sexta-feira (1º) o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), num evento da ala jovem do partido realizado num auditório da Casa. Cerca de 500 pessoas, segundo os organizadores, participaram da Convenção Nacional da Juventude do PMDB para escolher um novo presidente e, ao final, muitos disputaram para tirar fotos com o senador.

Depois de falar rapidamente na abertura do evento, Renan parou para conversar com militantes efusivos, ao som de brados como “Renan, de novo, representando o povo!”

Desde que foi eleito, no início de fevereiro, Renan Calheiros tem sido alvo de protestos, já realizados em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Aracaju e Maceió. Na internet, um abaixo assinado pedindo sua saída obteve adesão de mais de 1,6 milhão de pessoas.
Gabriela Schwanke, do Rio Grande do Sul, conseguiu posar ao lado de Renan Calheiros enquanto ele era entrevistado por jornalistas. Ela afirmou ficar incomodada com as manifestações contra o senador.

“Incomoda, mas não dá para ser contra ele enquanto ele não for julgado”, disse Gabriela. Para a integrante do partido, Renan é uma figura histórica para o PMDB. “Enquanto as denúncias contra ele não forem provadas, ele continuará sendo um símbolo do partido”, disse ao G1.
Na mesma linha opinou o presidente da fundação do PMDB no Paraná, Rafael Xavier. “Ele está sendo investigado como qualquer cidadão pode ser. Se for considerado culpado, cabe à Justiça definir”, declarou.

Militante do PMDB-RS, Gabriela Schwanke posaao lado de Renan Calheiros

Militante do PMDB-RS, Gabriela Schwanke posa
ao lado de Renan Calheiros

Denúncia
Uma semana antes de sua eleição para o Senado, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal denúncia contra Renan Calheiros, acusando-o de desvio de dinheiro público, falsidade ideológica e uso de documento falso.
A resistência ao senador remonta à sua renúncia da presidência do Senado em 2007, após a suspeita de que tinha pensão de uma filha paga por um lobista. A denúncia do Ministério Público se baseou no suposto uso de notas fiscais frias na época a fim de justificar renda para a despesa.
Na semana passada, seis senadores e um deputado assinaram uma carta de entidades anticorrupção pedindo ao STF agilidade no tratamento dado à denúncia apresentada pela PGR. Os ministros do Supremo ainda não decidiram se abrirão ação penal contra o senador, que nega as acusações.
Durante o evento, os jovens do PMDB também manifestaram apoio ao ex-presidente do Senado José Sarney (PMDB-AC). Para o ex-presidente, o grito de guerra foi: “Sarney, guerreiro, do povo brasileiro!”, mesmo bordão usado por militantes petistas em referência a Lula.

G1

O BANNER ABAIXO EU DEDICO AOS MICOS AMESTRADOS  MILITANTES DO PMDB. 

MAU CHEIRO CRIMES DO RENAN CALHEIROS

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protestos no mundo atualmente

Protesto foi realizado no Corcovado, na Zona Sul da cidade.

Ong Rio de Paz quer julgamento das denúncias contra o senador.

socorro joaquim

Manifestantes pedem socorro ao presidente do STF (Foto: Ong Rio de Paz/Divulgação)

A Ong Rio de Paz fez mais um protesto, nesta terça-feira (26), contra a permanência do senador Renan Calheiros na presidência do Senado. Com apoio do Movimento 31 de Julho Contra a Corrupção e a Impunidade, os manifestantes levaram para o Corcovado, Zona Sul do Rio de Janeiro, cartazes pedindo “socorro” ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa.
O objetivo do protesto é pedir que o ministro Joaquim Barbosa acelere o processo de julgamento das denúncias apresentadas pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) por desvio de recursos públicos, falsidade ideológica e uso de documentos falsos.
Na semana passada, duas petições em protesto contra a permanência de Renan Calheiros na presidência do Senado foram entregues ao STF: uma com 1,6 milhão de assinaturas e outra com cerca de 500 mil. Além das petições, uma carta alertava que, com a demora no julgamento, o parlamentar continuará à frente do Senado sem que as denúncias sejam esclarecidas.
A carta, protocolada na quarta-feira (20), foi assinada pelo deputado Chico Alencar (PSOL/RJ) e pelos senadores Pedro Simon (PMDB/RS), Cristovam Buarque (PDT/DF), Randolfe Rodrigues (PSOL/AP), João Capiberibe (PSB/AP) e Pedro Taques (PDT/MT).
A campanha também lançou nas redes sociais as hashtags #socorroJoaquim e #STFjulgueRenan.

G1

Em homenagem a essa cariocada da gema, fiz um banner pedindo ajuda ao Joaquim!

HELP

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A marcha aconteceu do Museu da República até o gramado do Congresso Nacional

Brasília – A capital federal e outras cidades do Brasil tiveram neste sábado (23/2) protestos simultâneos pedindo o afastamento do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Os movimentos têm em comum o fato de terem sido articulados via redes sociais. Em Brasília, cerca de 60 pessoas marcharam do Museu da República até o gramado do Congresso Nacional levando cartazes e faixas e gritando palavras de ordem.

Para o analista de sistemas brasiliense Rogério Salvia, 33 anos, um dos organizadores da manifestação e integrante do Movimento Contra a Corrupção do Distrito Federal, o quórum foi pequeno, mas demonstra que, aos poucos, os cidadãos estão abandonando o chamado “ativismo de sofá”, expressão utilizada para se referir a quem só protesta pela internet. “A coisa está mudando, o pessoal está começando a sair do conforto de suas casas”, opina.

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De acordo com as convocações divulgadas pela internet, além de Brasília, eventos semelhantes foram programados para São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Recife, Fortaleza, Goiânia, Lins (SP) e Ribeirão Preto (SP). Para amanhã (24), os internautas brasileiros estão sendo chamados a participar de mais protestos contra Renan Calheiros, a partir das 11h, em cidades brasileiras e também em capitais do exterior, entre elas, Lisboa, em Portugal, e Dublin, na Irlanda.

“Nos conhecemos pelas redes sociais e tudo é articulado pela internet. Na nossa última manifestação [contra Renan Calheiros], em 9 de fevereiro, reunimos só 25 pessoas. Hoje deu muito mais gente”, comemorou Rogério Salvia. Ele reconhece que a adesão virtual às causas costuma ser maior do que o comparecimento real. “Virtualmente, sempre tem mais gente”, admite. Segundo Salvia, as manifestações pela saída de Renan Calheiros são apartidárias e não envolvem interesses políticos. “[O protesto] não é contra a pessoa de Renan Calheiros. O que a gente quer é que a presidência do Senado seja ocupada por alguém que tenha a ficha limpa. Não ele, que inclusive responde a processo por peculato”, afirma.

Para a professora Maria Márcia Silva, 39 anos, moradora de Planaltina de Goiás, cidade a cerca de 50 quilômetros de Brasília, a pressão popular pode influenciar em decisões futuras. “Participo de várias manifestações contra a corrupção. Nós estamos em conexão via internet com todo o país. Acho que o Brasil está começando a entender que, para mudar, precisa mobilizar”, disse ela que, em sua cidade, participa do movimento Planaltina Limpa Contra a Corrupção.

As estudantes de 17 anos Isabela Nascimento Ewerton e Sthefany Alves Marques ficaram sabendo do protesto em Brasília por meio da internet e do grupo anticorrupção Juntos por Outro Futuro, do qual fazem parte. “[A mobilização] é uma coisa gradativa, a consciência não vem do nada. Quanto mais você participa, mais consciente se torna”, opina Isabela.

Além da organização de protestos, a mobilização para a saída do presidente do Senado incluiu a coleta de assinaturas pela organização não governamental Avaaz, que organiza petições pela internet.

Na última semana, participantes de diversos movimentos anticorrupção organizaram um ato para entrega de um abaixo-assinado firmado por 1,6 milhão de pessoas a um grupo de seis senadores. A intenção era reunir o número de assinaturas necessário a um projeto de lei de iniciativa popular, ou seja, o equivalente a 1% do eleitorado brasileiro, cerca de 1,4 milhão de pessoas. No entanto, de acordo com a Secretaria da Mesa Diretora do Senado, um processo para a cassação do presidente deve começar com uma denúncia no Conselho de Ética da Casa e não com um projeto de lei.

 
CORREIO BRAZILIENSE.

rede globo que vergonha

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As pessoas de boa intenção que se mobilizaram contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) com base no noticiário, deveriam prestar atenção no “Jornal Nacional” da TV Globo do dia 19/02/2013.

Calheiros ganhou uma reportagem positiva de destaque no telejornal, anunciando medidas administrativas no Senado para reduzir custos. Qualquer medida para reduzir gastos exorbitantes do Senado é bemvinda e merece ser noticiada, mas a emissora concedeu um espaço generoso demais, inclusive com trechos do discurso do senador em plenário, claramente para melhorar sua imagem.

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Enquanto fez essa reportagem laudatória, a Globo abandonou as notícias contrárias à Renan. Não mencionou nem protestos feitos na segunda-feira, nem o protesto que seria feito no dia seguinte para entregar um abaixo assinado feito pelo internet. Um claro apoio a Renan para esvaziar a manifestação.

Na quarta-feira, menos de 30 pessoas participaram do protesto em frente ao Senado Federal, o que até colocou em dúvida até onde vai a autenticidade dos supostos 1,6 milhões de assinaturas no abaixo assinado da internet.

Renan Calheiros, já em seu discurso de posse na presidência do Senado, ofereceu blindagem à Globo contra qualquer lei que vá contra os interesses comerciais e hegemonia de audiência da emissora.

O que se conclui desse moralismo seletivo do Jornal Nacional, que ora escolhe atacar um parlamentar por questões éticas, depois esquece tudo e muda o noticiário para uma agenda positiva para ele, e censura notícias negativas?

Enquanto o próprio William Bonner, nos bastidores, chama seus telespectadores de Hommer Sympson, e os colunistas da Globo vivem dizendo nas entrelinhas que o Congresso seria uma espécie de ântropo de bandidos, as Organizações Globo tem um “Gerente de relações institucionais”, cujo trabalho é fazer o lobby de circular nos gabinetes do Congresso negociando as “causas” de seus patrões, junto aos que eles chamam de imorais, aéticos, corruptos, etc.

A mesma Globo que direciona, através de seu noticiário, inocentes úteis a sacudirem bandeiras e vassouras de ética seletiva de acordo com interesses de ocasião, negocia nos bastidores para parlamentares “comerem na sua mão”.

renan calheiros canalha

BRASÍLIA e PORTO ALEGRE – Isolado do barulho dos protestos nas ruas de cidadãos que nesta quarta-feira cravaram 1,48 milhão de assinaturas na internet pedindo seu impeachment, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), relaxa com a mulher, Verônica, desde a semana passada no spa do Kurotel, em Gramado (RS), um dos dez melhores spas médicos do mundo, e que tem em sua clientela mais cativa milionários e políticos brasileiros. Por R$ 22,2 mil, o casal Renan comprou o pacote antiestresse e ficou hospedado até hoje numa das quatro suítes mais caras, localizada num andar exclusivo com elevador privativo, espaço com business center, DVD, sala de massagem, serviço de abrir mala, lençol de algodão egípcio, cobertor de pluma de ganso e menu de travesseiros.

fonte: O GLOBO

 

CALHORDA RENAN CALHEIROSEle não pesa 100 quilos, mas foi coroado Rei Momo ao receber de mascarados as chaves do Senado, a Câmara alta do país. O peemedebista Renan Calheiros, eleito com votos secretos dos camaradas, presidirá sua primeira farra: 14 dias de folia. A festa prolongada foi decretada depois de um mês e meio de recesso e apenas dois dias de “trabalho”. Isso não existe em nenhum país com um Congresso que se preze. Mas quem exatamente se orgulha do atual Congresso brasileiro?

É prudente rasgar a fantasia de representantes do povo se saírem em algum bloco. O blocão dos envergonhados e sem-vergonhas só escapa de ovos e tomates porque está encastelado em Brasília e goza férias em ilhas da fantasia. Segundo uma enquete do jornalFolha de S. Paulo, 56 senadores votaram em Renan, mas só 35 admitiram que sim. Ausente e alheio, o senador tucano Aécio Neves foi visto em cima de um muro, com cara de paisagem. Os tucanos fazem parte de uma espécie em extinção no Brasil: a oposição.

Enquanto os passistas assalariados precisam voltar ao batente na Quarta-feira de Cinzas à tarde ou na quinta-feira de manhã, a corte momesca de Renan e de sua rainha – o deputado Henrique Alves, presidente da Câmara – poderá prorrogar o Carnaval sem culpa ou temor. Renan determinou que não haja votação quinta e sexta. Uma pequena manobra para pagar na íntegra os contracheques de R$ 26.700 aos travestidos de senadores. Está na hora de gastar o 14o e 15o salários a que têm direito, pelo regimento interno.

“Quando voltarmos do Carnaval (dia 19, terça-feira), vamos ter quórum para votar”, disse Renan, o ético. Nada foi votado na semana passada. Compreensível. A prioridade é coisa pouca – o Orçamento de 2013, que deveria ter sido aprovado no ano passado. Você lembra por que não foi. O Congresso, em greve branca, produziu uma pantomima antes do Natal para resistir às cassações de parlamentares pelo Supremo Tribunal Federal.

Renan Calheiros preside
o Senado por culpa do rabo
preso dos senadores e da falta
de cultura política

Agora, o Orçamento não foi votado por um motivo, segundo Renan: “O óbice foi que a oposição não queria votar”. Óbice? Nosso idioma é muito rico, mas “óbice”? Olhei no dicionário. Sinônimos: atravanco, embaraço, empecilho, estorvo, impedimento, obstáculo. Não aguento Renan falando “óbice”. Soava mais convincente quando cantava para a amante Mônica Veloso “o que faço da minha vida sem você”.

Mônica o descreve, em seu livro O poder que seduz, de 2007, como “o docinho meigo e meio gordinho” que queria pular Carnaval de rua com ela na Bahia. O óbice era o casamento. Renan foi gravado em fitas por Mônica, já grávida, e tachado de “bobo” pela mulher, Verônica. Em epoca.com.br, há uma resenha minha, chamada “Um livro escrito nas coxas. Mas que coxas”. Num trecho do relato, Mônica escreve que “a vida caminha mesmo em círculos”. Hoje, o clichê parece profecia.

Nem a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra Renan nem a petição pública com mais de 400 mil assinaturas comoveram políticos. No país da Ficha Limpa e do julgamento do mensalão, soa retrocesso. Sua foto rindo com Collor não me incomodou nem surpreendeu. O mesmo estofo, o mesmo cinismo, conterrâneos da safadeza… por que não dariam gargalhadas? Algum talento cara de pau Renan deve ter herdado, como marimbondo-mor de José Sarney. O padrinho agora pretende escrever sua autobiografia, escondendo, claro, a miséria a que ele e sua filha condenaram o Maranhão.

Surpreendente e positiva foi a reação organizada de centenas de milhares de brasileiros, que se insurgiram contra a dança viciada das cadeiras no Congresso. E em pleno verão, estação das consciências derretidas pelo calor. Não desanimem. Renan preside o Senado por culpa do corporativismo, do rabo preso dos senadores e da falta de cultura política. Não será assim para sempre. Renovar o Congresso exige tempo, investimento em educação, reforma partidária, voto consciente – e, a meu ver, não compulsório.

Quem lê, sabe que não foi concluído o processo contra Renan. Ele é acusado de usar notas falsas e bois-fantasmas para justificar o pagamento de uma pensão para a filha Catarina, da ex-amante. Há documentos provando que mentiu. Os R$ 16.500 eram entregues mensalmente em dinheiro a Mônica pelo lobista da empreiteira Mendes Júnior, beneficiada com uma obra no porto de Maceió. Segundo a denúncia do procurador Roberto Gurgel, Renan também desviou dinheiro do Senado. Em sua posse, Renan falou em nome da ética. Muitos pensaram ser ironia. Leitores se sentiram ridicularizados.

Segundo a mitologia grega, o deus Momo acabou expulso do Olimpo porque se divertia ridicularizando as outras divindades. Na Roma antiga, o Rei Momo era coroado anfitrião de três dias de orgia. Desfrutava todas as regalias durante a festa, como comidas, bebidas e mulheres. A lenda é trágica: no fim, o Rei Momo era sacrificado no altar de Saturno. Por onde anda esse Saturno?

Fonte:
época.globo.com

 

Por Herick Limoni*

R – Rídiculo, rídiculo e mil vezes ridículo.
E – Este cidadão, ao tomar posse novamente como presidente do Senado,
N – nada mais fez do que dar um tapa na cara da sociedade brasileira,
A – aumentando a já enorme desconfiança em relação ao poder legislativo,
N – nunca antes tão desprestigiado.

C – Cabe a nós, eleitores conscientes,
A – através do voto, principal instrumento de nações democráticas,
L – lutar para que haja mudanças.
H – Hoje, sinceramente, com o ceticismo que me é habitual, não creio em mudanças.
E – Enxergo um futuro político ainda mais sombrio, caótico na verdade,
I – incapaz de atender aos anseios populares por transparência e justiça.
R – Rezo para que esteja errado, mas duvido!
O – Outros como ele virão, e farão as mesmas coisas, senão piores,
S – sabedores de que, no Brasil, a memória do povo é curta.

* Bacharel e Mestre em Administração de Empresas

FONTE: RECANTO DAS LETRAS

DENÚNCIA CONTRA RENAN CALHEIROSNa denúncia que protocolou no STF há uma semana, o procurador-geral da República Roberto Gurgel acusa Renan Calheiros da prárica de três crimes: peculato, falsidade ideológica e uso de documentos falsos. Se condenado, o senador pode pegar até 23 anos de cadeia. Sem mencionar a multa, a perda do mandato e o enquadramento na Lei da Ficha Limpa.

Deve-se ao repórter Diego Escosteguy a revelação do teor do documento redigido pelo procurador-geral. O material impressiona pela contundência. Escorada em achados da Polícia Federal, a peça de Gurgel não deixa dúvidas: ao devolver a Renan Calheiros a poltrona à qual ele renunciara em 2007, o Senado guinda à presidência um candidato a réu. Abaixo, os detalhes da encrenca:

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Uma explicação simples e facilmente compreensível sobre o “Caso Renan Calheiros”.

CASO

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Deputados se despediram do carnaval brasiliense ao som de “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí”

BRASIL – Em virtude dos festejos momescos em todo o país, Henrique Alves e Renan Calheiros anunciaram a interrupção do Carnaval em Brasília até dia 19. “Serão duas semanas de recesso para que opessoalpendure a fantasia e se recomponha da farra”, disse Calheiros.

Animado, José Sarney lembrou que os festejos em Brasília são os mais longos do mundo. “A folia só é interrompida nos recessos de final de ano, começo de ano e meio de ano, além dos feriados prolongados. E,claro, às segundas e sextas-feiras, porque ninguém é de ferro”, esclareceu, coafiando o bigode.

Pesquisa recente mostrou que o bloco de parlamentares do PMDB com cabelo acaju já superou o Galo da Madrugada e o Cordão da Bola Preta em número de foliões e é hoje o maior do país.

por Piauí Herald cedido ao Humor Político

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Mais de 1,36 milhão de pessoas haviam se unido à iniciativa no final da noite de domingo; proposta deve ser encaminhada ao Congresso.

petição online que tem por objetivo o impeachment do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ultrapassou no final da noite deste domingo a meta das 1.360.000 assinaturas. Há dias a petição vem angariando apoiadores críticos do senador, alvo de denúncias da Procuradoria-Geral da República e que foi reeleito à presidência do Senado no dia 1º de feveiro após renunciar em 2007 em meio a denúncias.

De acordo com o texto da petição, é necessária uma quantidade de assinaturas correspondente a um centésimo do eleitorado brasileiro. Este é o número almejado e alcançado na noite de hoje, mas ainda resta saber se as mais 1,36 milhão de assinaturas estão distribuídas por pelo menos cinco Estados e “com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles”.

Caso estas especificidades – de verificação não disponível no site da petição – sejam cumpridas, a proposta será levada ao Congresso para “causar um rebuliço na mídia, desafiar as restrições desta Iniciativa popular e exigir a revogação do presidente do Senado, Renan Calheiros. Vamos usar o poder do povo agora para exigir um Senado limpo”, diz o texto da proposta.

abaixo fotos do protesto na Paulista, dia 09/02.

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fonte: notícias terra